[{"data":1,"prerenderedAt":79},["ShallowReactive",2],{"blog-post:apendicite-sinais-de-alerta-e-cirurgia":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"apendicite-sinais-de-alerta-e-cirurgia","Apendicite: sinais de alerta e como é a cirurgia","Apendicite: sintomas, sinais de alerta, por que o diagnóstico na mulher exige cuidado e como é a apendicectomia por videolaparoscopia, em Curitiba.","2026-07-10","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fapendicite-sinais-de-alerta-e-cirurgia.jpg","Desenho de pessoa procurando atendimento por dor na parte inferior direita do abdome.","cirurgia-geral","Dr. Henrique Stachon","dr-henrique-stachon",[14,15,16,17],"apendicite","sintomas de apendicite","apendicectomia","apendicite na mulher",5,909,"\u002Fblog\u002Fapendicite-sinais-de-alerta-e-cirurgia","\u003Cp>A apendicite aguda é a inflamação do apêndice, um pequeno prolongamento do intestino grosso localizado no lado direito inferior do abdome. É a causa mais comum de cirurgia abdominal de urgência e pode ocorrer em qualquer idade, com maior frequência entre a adolescência e os 30 anos. Como a inflamação evolui rapidamente e o apêndice pode perfurar em um ou dois dias, reconhecer os sinais de alerta e procurar atendimento cedo faz toda a diferença. Este artigo explica como a apendicite se manifesta, por que o diagnóstico na mulher exige atenção especial, como o quadro é confirmado e como é a apendicectomia por videolaparoscopia.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que acontece no apêndice inflamado\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O apêndice é um tubo fino, fechado em uma das extremidades, que se abre no início do intestino grosso. Quando essa abertura é bloqueada, por fezes endurecidas, aumento do tecido linfático da parede, muco espesso ou, mais raramente, por um tumor, a secreção se acumula, a pressão interna sobe e as bactérias se multiplicam. A parede perde irrigação, inflama e, sem tratamento, pode gangrenar e perfurar, liberando conteúdo intestinal na cavidade abdominal e causando \u003Cstrong>peritonite\u003C\u002Fstrong> ou abscesso.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Sinais de alerta\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O quadro clássico começa com uma dor mal definida ao redor do umbigo ou na &quot;boca do estômago&quot;, acompanhada de perda de apetite e náuseas. Em algumas horas, a dor \u003Cstrong>migra para o lado direito inferior\u003C\u002Fstrong> do abdome e passa a ser localizada, contínua e pior ao caminhar, tossir ou pressionar a região. Febre baixa é comum; febre alta sugere complicação. Outros sinais incluem:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Dor que aumenta ao soltar bruscamente a pressão sobre o abdome\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Abdome endurecido ou rígido ao toque\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Vômitos, em geral após o início da dor\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Diarreia ou constipação, dependendo da posição do apêndice\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Dificuldade de ficar em pé ereta ou de andar sem se curvar\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Nem todo caso é típico. Quando o apêndice está posicionado atrás do intestino ou na pelve, a dor pode ser lombar, na coxa ou baixa no abdome, com sintomas urinários ou intestinais que confundem o diagnóstico. Em gestantes, o apêndice é deslocado para cima pelo útero, e a dor pode aparecer mais alta. Em idosas, o quadro tende a ser discreto e a perfuração é mais frequente.\u003C\u002Fp>\n\u003Caside class=\"post-inline-cta\">\u003Cp>\u003Cstrong>Ficou com alguma dúvida?\u003C\u002Fstrong> Agende uma avaliação com Dr. Henrique Stachon na Femi Saúde, no Park Shopping Barigüi.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agendar pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003C\u002Faside>\u003Ch2>Apendicite na mulher: por que o diagnóstico exige cuidado\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Na mulher em idade fértil, várias condições ginecológicas provocam dor no lado direito inferior do abdome e imitam a apendicite: cisto de ovário roto ou torcido, ovulação dolorosa, doença inflamatória pélvica, endometriose e \u003Cstrong>gravidez ectópica\u003C\u002Fstrong>. Por isso a avaliação inclui perguntas sobre o ciclo menstrual, corrimento, atividade sexual e método contraceptivo, além de um teste de gravidez sempre que houver possibilidade. A ultrassonografia pélvica e transvaginal ajuda a examinar os ovários e o útero ao mesmo tempo em que procura o apêndice.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como o diagnóstico é confirmado\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O diagnóstico combina a história, o exame físico e exames complementares. O hemograma costuma mostrar aumento dos glóbulos brancos, e a proteína C reativa se eleva com a evolução do quadro. O exame de urina descarta infecção urinária. Entre os exames de imagem, a \u003Cstrong>ultrassonografia\u003C\u002Fstrong> é o primeiro passo em jovens e gestantes; a \u003Cstrong>tomografia\u003C\u002Fstrong> do abdome tem alta precisão e é indicada quando a ultrassonografia não é conclusiva. Na gravidez, a ressonância magnética é a alternativa quando persistem dúvidas. Escalas clínicas que somam sintomas, sinais e resultados de exames ajudam a estimar a probabilidade e a decidir entre observar e operar.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como é a cirurgia\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O tratamento padrão é a \u003Cstrong>apendicectomia\u003C\u002Fstrong>, a retirada do apêndice, realizada preferencialmente por videolaparoscopia. Por três pequenas incisões, o cirurgião introduz a câmera e os instrumentos, identifica o apêndice, separa-o do intestino e o retira dentro de um saco protetor, sem contato com a parede. A técnica permite examinar toda a cavidade, incluindo ovários e trompas, o que é especialmente útil na mulher, e está associada a menos dor, menor risco de infecção da ferida e recuperação mais rápida do que a cirurgia aberta. Antibióticos são administrados antes da cirurgia e, quando há perfuração ou abscesso, mantidos por alguns dias.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Em casos selecionados de apendicite não complicada, o tratamento apenas com antibióticos é uma opção discutida com a paciente, mas cerca de um terço dos casos volta a inflamar no primeiro ano, e a cirurgia continua sendo a solução definitiva. Quando o apêndice já perfurou e formou um abscesso bem delimitado, pode ser necessário drenar primeiro e operar semanas depois.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Recuperação\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Na apendicite não complicada operada por videolaparoscopia, a alta costuma ocorrer em um ou dois dias, com a dieta liberada de forma progressiva. A dor é leve a moderada e responde a analgésicos comuns. As atividades habituais retornam em uma a duas semanas, e os esforços intensos após a liberação médica. Em quadros perfurados, a internação é mais longa e a recuperação, mais lenta.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que fazer diante da suspeita\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Dor abdominal que se localiza no lado direito inferior, piora progressivamente e vem acompanhada de náuseas ou febre deve ser avaliada em serviço de urgência sem esperar que passe. Até a avaliação, é melhor evitar analgésicos fortes, laxantes e compressas quentes, que podem mascarar o quadro ou acelerar a perfuração, e manter jejum caso a cirurgia seja necessária. Em Curitiba, a equipe de cirurgia geral da Femi Saúde orienta sobre a investigação e a cirurgia da apendicite com atenção às particularidades do diagnóstico na mulher.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fcirurgia-geral\">Cirurgia Geral na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dr.","Cirurgião e Médico Integrativo",[26,27],"CRM-PR 25.899","RQE 2.105","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fhenrique-stachon.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fhenrique-stachon-400x400.jpg","O Dr. Henrique Stachon é cirurgião geral e médico integrativo, com mais de 15 anos de experiência. Formado pela Universidade Federal do Paraná, é especialista em Medicina Integrativa pelo Hospital Israelita Albert Einstein e mestre em Biotecnologia Industrial.\n\nA medicina integrativa é o centro de sua prática: tratar a pessoa de forma completa, cuidando não apenas da doença, mas da manutenção da saúde, da saúde mental e da prevenção. Cada paciente recebe um plano de cuidado personalizado, que integra a medicina convencional a hábitos de vida, nutrição e bem-estar.\n\nComo cirurgião, é especialista em videolaparoscopia avançada desde 2012, realizando procedimentos minimamente invasivos, como a retirada da vesícula (colecistectomia), e tratando doenças do trato gastrointestinal.\n\nTambém realiza pequenos procedimentos em consultório com técnicas a laser — como o tratamento de unha encravada, a remoção de cistos, lipomas e pintas e a correção do lóbulo da orelha —, que proporcionam mais precisão e recuperação mais rápida. É professor do curso de Medicina da Faculdade Pequeno Príncipe e preceptor de residência médica em cirurgia geral.",[32,44,56,67],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":39,"readTime":18,"path":43},"pedra-na-vesicula-sintomas-quando-operar","Pedra na vesícula: sintomas, quando operar e como é a cirurgia","Pedra na vesícula: quais são os sintomas, quando a cirurgia é indicada e como funciona a colecistectomia por videolaparoscopia em Curitiba.","2026-09-25","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fpedra-na-vesicula-sintomas-quando-operar.jpg","Médica explica a localização da vesícula biliar em um modelo anatômico durante uma consulta.",[40,41,42],"pedra na vesícula","colecistectomia","videolaparoscopia","\u002Fblog\u002Fpedra-na-vesicula-sintomas-quando-operar",{"slug":45,"title":46,"description":47,"date":48,"image":49,"imageAlt":50,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":51,"readTime":18,"path":55},"hernia-abdominal-sinais-riscos-quando-operar","Hérnia abdominal: sinais, riscos de encarceramento e quando operar","Hérnia inguinal, umbilical ou incisional: como reconhecer os sinais, quais os riscos de encarceramento e quando a cirurgia é indicada, em Curitiba.","2026-09-14","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fhernia-abdominal-sinais-riscos-quando-operar.jpg","Mulher de cabelos curtos conversa com cirurgião sobre desconforto na região abdominal.",[52,53,54],"hérnia abdominal","hérnia inguinal","hérnia umbilical","\u002Fblog\u002Fhernia-abdominal-sinais-riscos-quando-operar",{"slug":57,"title":58,"description":59,"date":60,"image":61,"imageAlt":62,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":63,"readTime":18,"path":66},"videolaparoscopia-como-funciona-vantagens-recuperacao","Videolaparoscopia: como funciona, vantagens e recuperação","Entenda como funciona a videolaparoscopia, quais cirurgias podem ser feitas por essa técnica, suas vantagens e o que esperar da recuperação em Curitiba.","2026-09-03","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fvideolaparoscopia-como-funciona-vantagens-recuperacao.jpg","Equipamento de videolaparoscopia e instrumentos finos preparados em ambiente cirúrgico.",[42,64,65],"cirurgia minimamente invasiva","recuperação laparoscopia","\u002Fblog\u002Fvideolaparoscopia-como-funciona-vantagens-recuperacao",{"slug":68,"title":69,"description":70,"date":71,"image":72,"imageAlt":73,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":74,"readTime":18,"path":78},"unha-encravada-causas-cuidados-cantoplastia-laser","Unha encravada: causas, cuidados iniciais e cantoplastia a laser","Unha encravada: por que acontece, o que fazer nos primeiros sinais e como é a cantoplastia a laser realizada no consultório, em Curitiba.","2026-08-23","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Funha-encravada-causas-cuidados-cantoplastia-laser.jpg","Profissional examina a lateral da unha do dedão de um pé apoiado em uma toalha limpa.",[75,76,77],"unha encravada","cantoplastia","cantoplastia a laser","\u002Fblog\u002Funha-encravada-causas-cuidados-cantoplastia-laser",1790735084262]