[{"data":1,"prerenderedAt":79},["ShallowReactive",2],{"blog-post:autoexame-das-mamas-como-fazer":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"autoexame-das-mamas-como-fazer","Autoexame das mamas: como fazer e o que observar","Aprenda a observar e palpar as mamas, o que é normal e quais alterações merecem avaliação. O autoexame não substitui a mamografia. Mastologia em Curitiba.","2026-09-14","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fautoexame-das-mamas-como-fazer.jpg","Aquarela de mulher observando a região das mamas diante do espelho.","mastologia","Dra. Vanessa Amoroso","dra-vanessa-amoroso",[14,15,16,17],"autoexame das mamas","como fazer autoexame","nódulo na mama","mastologista",5,1020,"\u002Fblog\u002Fautoexame-das-mamas-como-fazer","\u003Cp>Conhecer as próprias mamas é uma das formas mais simples de participar ativamente do cuidado com a saúde. O autoexame não substitui a mamografia nem a consulta com o mastologista, e as recomendações da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) preferem falar em \u003Cstrong>autoconhecimento das mamas\u003C\u002Fstrong> em vez de uma técnica rígida e mensal. Ainda assim, saber como observar e palpar as mamas com atenção ajuda a perceber mudanças precocemente e a buscar avaliação no momento certo. Este texto explica qual é o papel real do autoexame, quando e como fazê-lo, o que é considerado normal, quais alterações merecem atenção e o que fazer ao encontrar algo diferente.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que o autoexame é e o que ele não é\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Durante décadas, o autoexame mensal foi divulgado como a principal ferramenta de prevenção do câncer de mama. Estudos amplos mostraram, porém, que ele, sozinho, não reduz a mortalidade pela doença, pois os tumores detectados pela palpação já costumam ter um tamanho maior do que os encontrados pela mamografia. Por isso, as sociedades médicas passaram a recomendar o \u003Cstrong>autoconhecimento\u003C\u002Fstrong>: a mulher que conhece a textura, o formato e as variações normais das suas mamas percebe com mais facilidade quando algo muda.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O rastreamento, ou seja, a busca do câncer antes de qualquer sintoma, continua sendo feito pela \u003Cstrong>mamografia\u003C\u002Fstrong>, complementada pelo ultrassom quando indicado, e pelo exame clínico realizado na consulta. A Sociedade Brasileira de Mastologia, em conjunto com o Colégio Brasileiro de Radiologia e a FEBRASGO, recomenda a mamografia anual a partir dos 40 anos para mulheres sem fatores de risco adicionais; quem tem histórico familiar de câncer de mama ou outros fatores de risco pode precisar começar antes, conforme a avaliação do mastologista. O autoexame é um aliado dessa rotina, não um substituto.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Quando fazer\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Para mulheres que menstruam, o melhor momento é entre o quinto e o décimo dia após o início da menstruação, quando as mamas estão menos inchadas e sensíveis. Fora desse período, a ação hormonal pode deixá-las mais nodulares e doloridas, o que gera falsos alarmes.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Após a menopausa, ou para quem usa métodos que suspendem a menstruação, vale escolher uma data fixa a cada mês. O importante não é a regularidade rígida, e sim a familiaridade: observar e tocar as mamas de tempos em tempos, com calma, sem transformar o gesto em fonte de ansiedade.\u003C\u002Fp>\n\u003Caside class=\"post-inline-cta\">\u003Cp>\u003Cstrong>Ficou com alguma dúvida?\u003C\u002Fstrong> Agende uma avaliação com Dra. Vanessa Amoroso na Femi Saúde, no Park Shopping Barigüi.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agendar pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003C\u002Faside>\u003Ch2>Passo a passo\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A observação e a palpação podem ser feitas em poucos minutos, seguindo três etapas:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Diante do espelho\u003C\u002Fstrong>: com os braços ao lado do corpo, depois levantados acima da cabeça e, por fim, com as mãos na cintura pressionando levemente, observar o contorno das mamas, a pele e os mamilos, procurando assimetrias novas, retrações, abaulamentos ou alterações na pele.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Em pé, de preferência no banho\u003C\u002Fstrong>: com a pele molhada e ensaboada, a mão desliza com mais facilidade. Usando as polpas dos três dedos do meio da mão oposta, percorrer toda a mama com movimentos circulares, em pressão leve, média e mais profunda, sem esquecer a região próxima à axila e a área acima da mama.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Deitada\u003C\u002Fstrong>: com uma almofada sob o ombro do lado examinado e o braço atrás da cabeça, o tecido mamário se espalha sobre o tórax e fica mais fácil de palpar. Repetir os movimentos circulares cobrindo toda a mama e pressionar suavemente o mamilo para verificar se há saída de secreção.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>O que é normal encontrar\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>As mamas não são homogêneas. É comum sentir áreas mais densas ou granulosas, sobretudo na parte superior e externa, próxima à axila, e essa textura pode variar ao longo do ciclo menstrual. Dor e sensibilidade nos dias que antecedem a menstruação também são frequentes e, na maioria das vezes, benignas.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>A regra prática é comparar: uma mama com a outra e a mama de hoje com a de meses atrás. Uma característica presente em ambos os lados, estável ao longo do tempo, tende a ser uma variação normal.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Alterações que merecem avaliação\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Alguns achados devem ser comunicados ao mastologista, mesmo que não causem dor:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Nódulo ou caroço\u003C\u002Fstrong> novo, especialmente se endurecido, com bordas irregulares ou fixo aos tecidos ao redor.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Espessamento ou área mais firme que não existia antes e que persiste após a menstruação.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Retração\u003C\u002Fstrong> da pele ou do mamilo, ou mamilo que passou a ficar invertido recentemente.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Alterações na pele, como vermelhidão, aspecto de casca de laranja, feridas ou descamação persistente na aréola.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Secreção pelo mamilo\u003C\u002Fstrong> que sai de forma espontânea, principalmente se for de um único lado, clara como água ou com sangue.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Mudança recente no tamanho ou no formato de uma das mamas.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Caroço ou inchaço na axila.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Encontrei algo diferente: e agora?\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A primeira orientação é manter a calma. A grande maioria das alterações palpáveis nas mamas corresponde a condições benignas, como cistos, fibroadenomas e alterações fibrocísticas. Ainda assim, nenhuma delas deve ser interpretada por conta própria nem acompanhada apenas pela observação.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O ideal é agendar uma consulta com o mastologista, que fará o exame clínico e definirá quais exames de imagem são necessários. Em algumas situações, uma punção guiada por ultrassom esclarece o diagnóstico de forma rápida e pouco invasiva. Em Curitiba, a equipe da Femi Saúde realiza essa avaliação de forma integrada, com exame clínico e ultrassonografia no mesmo ambiente.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O autoexame dentro de uma rotina completa\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Conhecer as mamas é um gesto de cuidado que vale para todas as idades, mas ele funciona melhor como parte de uma rotina que inclui a consulta periódica com o mastologista e a mamografia de rastreamento anual a partir dos 40 anos, como orienta a Sociedade Brasileira de Mastologia, ou mais cedo quando há fatores de risco, considerando seu histórico pessoal e familiar. Mulheres com parentes próximos que tiveram câncer de mama ou de ovário podem precisar iniciar o acompanhamento mais cedo, e essa definição é feita em consulta.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O objetivo do autoexame não é diagnosticar, e sim perceber. Quem observa as próprias mamas com atenção e sem medo ganha um aliado importante para procurar ajuda no momento certo.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fmastologia\">Mastologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dra.","Ginecologista e Mastologista",[26,27],"CRM-PR 29.243","RQE 18.893","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fvanessa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fvanessa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Vanessa Amoroso é ginecologista e mastologista e Diretora Médica da Clínica Femi Saúde. Sua abordagem é completa e acolhedora: acompanha a saúde da mulher com consultas de rotina, exames preventivos e aconselhamento sobre métodos anticoncepcionais, como DIU e implantes.\n\nÉ especialista em estética íntima e ginecologia regenerativa, que utiliza tecnologias modernas para restaurar e revitalizar a saúde vaginal. Realiza tratamentos com laser e radiofrequência e cirurgias íntimas que devolvem conforto e autoestima, e trata a incontinência urinária de forma eficaz e minimamente invasiva.\n\nNa ginecologia endócrina, oferece suporte para questões hormonais, como menopausa e síndrome ovariana metabólica poliendócrina (SOMP), e acompanha questões de sexualidade, ajudando a melhorar a qualidade de vida em todas as fases.\n\nNa mastologia, dedica-se à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de condições como nódulos, cistos e dores mamárias, incluindo cirurgias de reconstrução mamária — sempre com o objetivo de devolver às pacientes não apenas a saúde, mas também a confiança e o bem-estar.",[32,43,56,68],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":39,"readTime":18,"path":42},"cisto-na-mama-o-que-e-e-quando-preocupa","Cisto na mama: o que é, causas e quando preocupa","Cisto mamário é comum e quase sempre benigno. Entenda por que aparece, como o ultrassom o classifica e quando merece investigação. Mastologia em Curitiba.","2026-09-03","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fcisto-na-mama-o-que-e-e-quando-preocupa.jpg","Profissional analisa uma imagem de ultrassom das mamas no consultório.",[40,41,16],"cisto na mama","cisto mamário","\u002Fblog\u002Fcisto-na-mama-o-que-e-e-quando-preocupa",{"slug":44,"title":45,"description":46,"date":47,"image":48,"imageAlt":49,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":50,"readTime":54,"path":55},"birads-3-o-que-significa","BI-RADS 3: o que significa e o que fazer","Recebeu BI-RADS 3 na mamografia ou no ultrassom? 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