[{"data":1,"prerenderedAt":79},["ShallowReactive",2],{"blog-post:colecistite-aguda-sintomas-e-urgencia":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"colecistite-aguda-sintomas-e-urgencia","Colecistite aguda: sintomas, riscos e por que é uma urgência","Colecistite aguda: como reconhecer a inflamação da vesícula, os riscos de esperar e por que a cirurgia videolaparoscópica deve ser precoce, em Curitiba.","2026-08-12","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fcolecistite-aguda-sintomas-e-urgencia.jpg","Ilustração de atendimento de pessoa com dor na parte superior direita do abdome.","cirurgia-geral","Dr. Henrique Stachon","dr-henrique-stachon",[14,15,16,17],"colecistite aguda","inflamação da vesícula","colecistectomia videolaparoscópica","pedra na vesícula urgência",5,998,"\u002Fblog\u002Fcolecistite-aguda-sintomas-e-urgencia","\u003Cp>A colecistite aguda é a inflamação da vesícula biliar, na grande maioria das vezes provocada por uma pedra que fica presa na saída do órgão e impede a bile de escoar. Diferentemente da cólica biliar comum, que passa em algumas horas, a colecistite mantém a dor por mais tempo, costuma vir acompanhada de febre e tende a piorar se o tratamento demorar. Por isso é considerada uma urgência cirúrgica: quanto mais cedo a vesícula inflamada é avaliada e tratada, menor o risco de complicações. Este artigo explica como reconhecer o quadro, como o diagnóstico é feito, por que a cirurgia precoce é a conduta preferida e o que esperar da recuperação.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que é a colecistite aguda\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A vesícula biliar é uma pequena bolsa abaixo do fígado, que armazena a bile e a libera no intestino durante as refeições para ajudar na digestão das gorduras. Quando um cálculo se desloca e obstrui o \u003Cstrong>ducto cístico\u003C\u002Fstrong>, o canal de saída da vesícula, a bile fica represada, a parede do órgão se distende e inflama, e bactérias podem se multiplicar no conteúdo acumulado. Cerca de nove em cada dez casos estão ligados a cálculos biliares, a chamada colecistite litiásica.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Existe também uma forma menos comum, sem pedras, chamada \u003Cstrong>colecistite alitiásica\u003C\u002Fstrong>, que acomete principalmente pessoas gravemente doentes, em jejum prolongado ou com infecções importantes, pela estagnação da bile e pela redução do fluxo de sangue na parede da vesícula.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Sintomas: como diferenciar da cólica biliar\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A cólica biliar é a dor típica da pedra na vesícula: surge no lado direito superior do abdome ou na &quot;boca do estômago&quot;, em geral depois de uma refeição gordurosa, e melhora sozinha em até algumas horas quando o cálculo se solta. Na colecistite aguda, a pedra permanece encravada e a dor não cede. Os sinais que sugerem inflamação instalada são:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Dor contínua na parte superior direita do abdome por mais de seis horas, muitas vezes irradiando para as costas ou para o ombro direito\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Febre, com ou sem calafrios\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Náuseas e vômitos persistentes\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Dor intensa ao respirar fundo enquanto a região abaixo das costelas direitas é pressionada, o chamado \u003Cstrong>sinal de Murphy\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Perda de apetite e mal-estar geral\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Em pessoas idosas ou com diabetes, o quadro pode ser mais silencioso, com pouca dor e febre discreta, o que atrasa a procura por atendimento e aumenta a chance de complicações.\u003C\u002Fp>\n\u003Caside class=\"post-inline-cta\">\u003Cp>\u003Cstrong>Ficou com alguma dúvida?\u003C\u002Fstrong> Agende uma avaliação com Dr. Henrique Stachon na Femi Saúde, no Park Shopping Barigüi.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agendar pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003C\u002Faside>\u003Ch2>Por que é uma urgência\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A parede da vesícula inflamada e distendida recebe menos sangue. Se a obstrução persiste, o tecido pode sofrer necrose, a chamada colecistite gangrenosa, e a vesícula pode perfurar, espalhando bile e bactérias pela cavidade abdominal. Outras complicações incluem o acúmulo de pus dentro do órgão, abscessos ao redor da vesícula e a passagem de cálculos para o canal principal da bile, com icterícia, infecção das vias biliares ou pancreatite.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O risco dessas complicações cresce a cada dia de evolução sem tratamento e é maior em idosos, diabéticos e pessoas com outras doenças crônicas. Por isso as diretrizes internacionais orientam que a colecistite aguda seja diagnosticada e tratada rapidamente, de preferência nos primeiros dias após o início dos sintomas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como o diagnóstico é feito\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A avaliação começa pela história clínica e pelo exame físico. Exames de sangue costumam mostrar aumento dos glóbulos brancos e de marcadores inflamatórios, como a proteína C reativa, e ajudam a verificar se o fígado, as vias biliares e o pâncreas estão comprometidos. A \u003Cstrong>ultrassonografia do abdome\u003C\u002Fstrong> é o exame de imagem de escolha: mostra os cálculos, o espessamento da parede da vesícula, líquido ao redor do órgão e a dor à compressão com o aparelho. Em casos duvidosos ou com suspeita de complicações, a tomografia ou a ressonância das vias biliares complementam a investigação.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Tratamento: cirurgia precoce por videolaparoscopia\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O tratamento definitivo da colecistite aguda é a retirada da vesícula, a \u003Cstrong>colecistectomia\u003C\u002Fstrong>. Após a internação, a paciente recebe hidratação, analgésicos e antibióticos, mas essas medidas controlam a infecção sem resolver a causa. A evidência atual mostra que operar cedo, de preferência nas primeiras 72 horas e, em muitos serviços, até sete a dez dias do início dos sintomas, reduz o tempo de internação, evita novas crises e não aumenta o risco de complicações em comparação com operar semanas depois.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>A técnica preferida é a \u003Cstrong>videolaparoscopia\u003C\u002Fstrong>. Por três ou quatro pequenas incisões, o cirurgião introduz uma câmera e instrumentos finos, identifica com segurança o canal e a artéria da vesícula e retira o órgão inteiro, com os cálculos dentro. Quando a inflamação é muito intensa e a anatomia fica difícil de reconhecer, pode ser necessário converter para a cirurgia aberta, sempre em nome da segurança. Em pacientes com risco cirúrgico muito elevado, a drenagem da vesícula por punção guiada por imagem pode ser um passo intermediário até que a cirurgia seja possível.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Recuperação após a colecistectomia\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Na cirurgia por videolaparoscopia, a alta costuma acontecer em um ou dois dias, dependendo da intensidade da inflamação. A dor nas incisões e no ombro, causada pelo gás usado no procedimento, é esperada nos primeiros dias e responde bem aos analgésicos comuns. A alimentação é retomada de forma gradual, com refeições menores e menos gordurosas nas primeiras semanas, enquanto o organismo se adapta à ausência da vesícula. Caminhadas leves são estimuladas desde o primeiro dia; as atividades habituais retornam em uma a duas semanas, e os esforços intensos após a liberação médica.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Quando procurar atendimento imediato\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Dor abdominal forte que não melhora em poucas horas, febre, vômitos persistentes, pele ou olhos amarelados e urina escura são sinais de que a situação precisa de avaliação médica sem demora. Quem já sabe que tem pedra na vesícula deve ficar especialmente atenta a esses sintomas. Em Curitiba, a equipe de cirurgia geral da Femi Saúde avalia esses quadros e orienta sobre o momento e a técnica mais adequados para a cirurgia, priorizando a segurança e a recuperação rápida.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fcirurgia-geral\">Cirurgia Geral na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dr.","Cirurgião e Médico Integrativo",[26,27],"CRM-PR 25.899","RQE 2.105","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fhenrique-stachon.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fhenrique-stachon-400x400.jpg","O Dr. Henrique Stachon é cirurgião geral e médico integrativo, com mais de 15 anos de experiência. Formado pela Universidade Federal do Paraná, é especialista em Medicina Integrativa pelo Hospital Israelita Albert Einstein e mestre em Biotecnologia Industrial.\n\nA medicina integrativa é o centro de sua prática: tratar a pessoa de forma completa, cuidando não apenas da doença, mas da manutenção da saúde, da saúde mental e da prevenção. Cada paciente recebe um plano de cuidado personalizado, que integra a medicina convencional a hábitos de vida, nutrição e bem-estar.\n\nComo cirurgião, é especialista em videolaparoscopia avançada desde 2012, realizando procedimentos minimamente invasivos, como a retirada da vesícula (colecistectomia), e tratando doenças do trato gastrointestinal.\n\nTambém realiza pequenos procedimentos em consultório com técnicas a laser — como o tratamento de unha encravada, a remoção de cistos, lipomas e pintas e a correção do lóbulo da orelha —, que proporcionam mais precisão e recuperação mais rápida. É professor do curso de Medicina da Faculdade Pequeno Príncipe e preceptor de residência médica em cirurgia geral.",[32,44,56,67],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":39,"readTime":18,"path":43},"pedra-na-vesicula-sintomas-quando-operar","Pedra na vesícula: sintomas, quando operar e como é a cirurgia","Pedra na vesícula: quais são os sintomas, quando a cirurgia é indicada e como funciona a colecistectomia por videolaparoscopia em Curitiba.","2026-09-25","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fpedra-na-vesicula-sintomas-quando-operar.jpg","Médica explica a localização da vesícula biliar em um modelo anatômico durante uma consulta.",[40,41,42],"pedra na vesícula","colecistectomia","videolaparoscopia","\u002Fblog\u002Fpedra-na-vesicula-sintomas-quando-operar",{"slug":45,"title":46,"description":47,"date":48,"image":49,"imageAlt":50,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":51,"readTime":18,"path":55},"hernia-abdominal-sinais-riscos-quando-operar","Hérnia abdominal: sinais, riscos de encarceramento e quando operar","Hérnia inguinal, umbilical ou incisional: como reconhecer os sinais, quais os riscos de encarceramento e quando a cirurgia é indicada, em Curitiba.","2026-09-14","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fhernia-abdominal-sinais-riscos-quando-operar.jpg","Mulher de cabelos curtos conversa com cirurgião sobre desconforto na região abdominal.",[52,53,54],"hérnia abdominal","hérnia inguinal","hérnia umbilical","\u002Fblog\u002Fhernia-abdominal-sinais-riscos-quando-operar",{"slug":57,"title":58,"description":59,"date":60,"image":61,"imageAlt":62,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":63,"readTime":18,"path":66},"videolaparoscopia-como-funciona-vantagens-recuperacao","Videolaparoscopia: como funciona, vantagens e recuperação","Entenda como funciona a videolaparoscopia, quais cirurgias podem ser feitas por essa técnica, suas vantagens e o que esperar da recuperação em Curitiba.","2026-09-03","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fvideolaparoscopia-como-funciona-vantagens-recuperacao.jpg","Equipamento de videolaparoscopia e instrumentos finos preparados em ambiente cirúrgico.",[42,64,65],"cirurgia minimamente invasiva","recuperação laparoscopia","\u002Fblog\u002Fvideolaparoscopia-como-funciona-vantagens-recuperacao",{"slug":68,"title":69,"description":70,"date":71,"image":72,"imageAlt":73,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":74,"readTime":18,"path":78},"unha-encravada-causas-cuidados-cantoplastia-laser","Unha encravada: causas, cuidados iniciais e cantoplastia a laser","Unha encravada: por que acontece, o que fazer nos primeiros sinais e como é a cantoplastia a laser realizada no consultório, em Curitiba.","2026-08-23","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Funha-encravada-causas-cuidados-cantoplastia-laser.jpg","Profissional examina a lateral da unha do dedão de um pé apoiado em uma toalha limpa.",[75,76,77],"unha encravada","cantoplastia","cantoplastia a laser","\u002Fblog\u002Funha-encravada-causas-cuidados-cantoplastia-laser",1790735079846]