[{"data":1,"prerenderedAt":84},["ShallowReactive",2],{"blog-post:colica-menstrual-forte-quando-nao-e-normal":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"colica-menstrual-forte-quando-nao-e-normal","Cólica menstrual forte: quando não é normal e o que investigar","Cólica menstrual forte nem sempre é normal. Saiba diferenciar dismenorreia primária e secundária, sinais de alerta e exames. Femi Saúde, Curitiba.","2026-08-10","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fcolica-menstrual-forte-quando-nao-e-normal.jpg","Ilustração de mulher interrompendo uma atividade por causa de cólica intensa.","ginecologia","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[14,15,16,17],"cólica menstrual forte","dismenorreia","cólica que não passa","ginecologista Curitiba",4,806,"\u002Fblog\u002Fcolica-menstrual-forte-quando-nao-e-normal","\u003Cp>Sentir algum desconforto nos primeiros dias da menstruação é comum: estima-se que mais da metade das mulheres em idade reprodutiva tenha cólicas em algum grau. O problema é quando a dor passa a ditar a rotina, impede de ir à escola ou ao trabalho, exige doses crescentes de analgésico ou piora a cada ano. Nesses casos, a cólica deixa de ser apenas um incômodo e pode ser sinal de uma condição que merece investigação. Este artigo explica a diferença entre a cólica considerada fisiológica e a que indica doença, quais sinais devem acender o alerta e como é feita a avaliação.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que causa a cólica menstrual\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A cólica, ou \u003Cstrong>dismenorreia\u003C\u002Fstrong>, acontece porque o útero se contrai para eliminar o endométrio descamado. Essas contrações são estimuladas pelas prostaglandinas, substâncias produzidas pelo próprio endométrio no início da menstruação. Quanto maior a quantidade de prostaglandinas, mais intensas as contrações e menor o fluxo de sangue para o músculo uterino, o que gera a dor.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>A dismenorreia é dividida em dois tipos. A \u003Cstrong>primária\u003C\u002Fstrong> não está associada a nenhuma doença: aparece nos primeiros anos após a primeira menstruação, dura de um a três dias e responde bem a anti-inflamatórios e calor local. A \u003Cstrong>secundária\u003C\u002Fstrong> é causada por uma condição ginecológica e costuma surgir mais tarde, piorar progressivamente e vir acompanhada de outros sintomas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Sinais de que a cólica não é normal\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Alguns padrões sugerem que a dor merece investigação:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Dor que não melhora com analgésicos ou anti-inflamatórios comuns\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Faltas recorrentes ao trabalho ou à escola por causa da menstruação\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Cólica que começou anos após a primeira menstruação ou que vem piorando\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Dor que começa antes da menstruação e continua depois que o sangramento termina\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Dor durante a relação sexual, ao evacuar ou ao urinar, sobretudo no período menstrual\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Fluxo muito intenso, com coágulos, ou sangramento fora do período\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Náuseas, vômitos, desmaios ou diarreia associados à dor\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>A cultura de que &quot;cólica é normal&quot; faz com que muitas mulheres demorem anos para procurar ajuda. Dor que compromete a vida nunca deve ser normalizada, independentemente da idade.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Principais causas de dismenorreia secundária\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A \u003Cstrong>endometriose\u003C\u002Fstrong> é a causa mais frequente e afeta cerca de uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva. Nela, um tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, provocando inflamação e dor progressiva. A \u003Cstrong>adenomiose\u003C\u002Fstrong>, em que esse tecido invade a parede muscular do útero, causa cólica intensa e fluxo aumentado, sendo mais comum após os 30 anos.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Miomas, principalmente os que ficam dentro da cavidade uterina, pólipos endometriais, doença inflamatória pélvica, malformações do trato genital e estenose do colo do útero também podem causar dor menstrual. O DIU de cobre pode intensificar a cólica nos primeiros meses de uso. Em algumas mulheres, a contração crônica dos músculos do assoalho pélvico contribui para a dor e precisa ser tratada com fisioterapia.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como é feita a investigação\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A consulta começa com uma conversa detalhada sobre o início das cólicas, a duração, a intensidade, os medicamentos usados, o impacto na rotina e os sintomas associados. Manter um diário da dor por dois ou três ciclos, anotando dias, intensidade e o que aliviou, ajuda muito nesse momento.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O exame ginecológico procura pontos dolorosos, nódulos e alterações no tamanho do útero. O \u003Cstrong>ultrassom transvaginal\u003C\u002Fstrong> é o exame inicial: identifica miomas, pólipos, cistos e sinais de adenomiose, e, quando realizado com preparo intestinal por profissional treinado, mapeia focos de endometriose profunda. A ressonância magnética é reservada para casos complexos. Em adolescentes ou mulheres que nunca tiveram relação sexual, o ultrassom pode ser feito por via abdominal ou transretal.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Opções de tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Na dismenorreia primária, os anti-inflamatórios não esteroidais iniciados logo no começo da dor, ou um pouco antes, são a primeira escolha. Calor local, atividade física regular e sono adequado reduzem a intensidade. Quando isso não basta, contraceptivos hormonais, em pílula, injeção, implante ou DIU hormonal, diminuem a produção de prostaglandinas e o volume menstrual.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Na dismenorreia secundária, o tratamento é dirigido à causa. A endometriose e a adenomiose respondem ao controle hormonal e, em casos selecionados, à cirurgia minimamente invasiva; miomas e pólipos podem exigir remoção por histeroscopia ou videolaparoscopia. A fisioterapia pélvica e o acompanhamento psicológico complementam o cuidado quando a dor se tornou crônica.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Quando procurar ajuda\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Qualquer cólica que limite a vida justifica uma consulta, e o ideal é não esperar. A investigação precoce encurta o tempo até o diagnóstico da endometriose, que ainda leva de sete a dez anos em média, e evita que a dor se cronifique. Em Curitiba, a equipe de ginecologia da Femi Saúde avalia a dor menstrual com exames adequados e um plano individualizado, que considera a idade, o desejo de gestação e as preferências de cada mulher.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fginecologia\">Ginecologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dra.","Ginecologista",[26,27],"CRM-PR 39.552","RQE 34.292","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fmelissa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fmelissa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Melissa Amoroso é ginecologista e Diretora Técnica da Clínica Femi Saúde. Dedica-se ao cuidado da mulher em todas as fases da vida, da primeira menstruação à menopausa, com foco em medicina preventiva: consultas de rotina, preventivo do colo do útero e orientação individualizada.\n\nEm contracepção, oferece aconselhamento para a escolha do método mais adequado a cada paciente e realiza a inserção de DIU (hormonal e de cobre) e do Implanon®, além da laqueadura.\n\nÉ especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, com fellow em videolaparoscopia e histeroscopia. Realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica — para investigar e tratar sangramentos uterinos anormais, pólipos e miomas — e cirurgias por vídeo, como histerectomia e remoção de cistos de ovário e miomas, com atenção especial à endometriose.\n\nNa ginecologia regenerativa e estética íntima, cuida da saúde íntima com laser de CO2 fracionado e radiofrequência e realiza cirurgias íntimas, como a ninfoplastia a laser, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e a confiança de suas pacientes.",[32,47,60,72],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":41,"readTime":45,"path":46},"coceira-vaginal-causas","Coceira vaginal: causas e quando procurar a ginecologista","Coceira na vagina pode ser candidíase, alergia, líquen escleroso e outras causas. 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Orientações da Femi Saúde, em Curitiba.","2026-09-12","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fendometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento.jpg","Ilustração editorial de mulher com desconforto pélvico e formas sobrepostas ao fundo.",[68,69,70],"endometriose profunda","sintomas de endometriose","cirurgia de endometriose","\u002Fblog\u002Fendometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento",{"slug":73,"title":74,"description":75,"date":76,"image":77,"imageAlt":78,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":79,"readTime":18,"path":83},"gestrinona-chip-da-beleza-riscos","Gestrinona (chip da beleza): o que é, riscos e regras","Entenda o que é a gestrinona, por que o implante hormonal ficou conhecido como chip da beleza, quais são os riscos e o que dizem o CFM e a Anvisa.","2026-09-10","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fgestrinona-chip-da-beleza-riscos.jpg","Implantes hormonais demonstrativos sob uma lupa, ao lado de documentos de avaliação médica.",[80,81,82],"gestrinona","chip da beleza","implante hormonal","\u002Fblog\u002Fgestrinona-chip-da-beleza-riscos",1790735080120]