[{"data":1,"prerenderedAt":84},["ShallowReactive",2],{"blog-post:corrimento-com-cheiro-forte-causas-e-tratamento":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"corrimento-com-cheiro-forte-causas-e-tratamento","Corrimento com cheiro forte: causas, o que fazer e quando procurar a ginecologista","Corrimento com cheiro forte: vaginose, tricomoníase, absorvente esquecido e hormônios. O que não fazer, como é o diagnóstico e o tratamento. Curitiba.","2026-05-03","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fcorrimento-com-cheiro-forte-causas-e-tratamento.jpg","Ilustração de paciente conversando com uma profissional sobre sintomas íntimos.","ginecologia","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[14,15,16,17],"corrimento com cheiro forte","corrimento com cheiro de peixe","cheiro forte na região íntima","corrimento com mau cheiro tratamento",4,898,"\u002Fblog\u002Fcorrimento-com-cheiro-forte-causas-e-tratamento","\u003Cp>Um cheiro forte na região íntima costuma causar mais constrangimento do que dor, e é justamente por isso que muitas mulheres adiam a consulta e tentam resolver por conta própria, com duchas, sabonetes perfumados ou remédios indicados por conhecidas. O problema é que a maioria dessas tentativas piora o quadro. O odor não é sinal de falta de higiene: na maior parte das vezes ele indica um desequilíbrio na flora vaginal ou uma infecção, situações que têm diagnóstico simples e tratamento eficaz. Este artigo explica quando o cheiro é normal, quais são as causas mais comuns do corrimento com cheiro forte, o que evitar, como a ginecologista chega ao diagnóstico e como prevenir que o problema volte.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Quando o cheiro é normal\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A vagina saudável tem cheiro, e ele não é neutro. A flora dominada pelos \u003Cstrong>lactobacilos\u003C\u002Fstrong> produz ácido lático, que mantém o pH baixo e dá um odor levemente ácido, discreto, que muda ao longo do ciclo. Após a relação sexual, o contato com o sêmen, que é alcalino, altera o cheiro por algumas horas; durante a menstruação, o sangue traz um odor metálico; o suor da virilha depois do exercício também contribui. Nenhuma dessas situações exige tratamento. O sinal de alerta é o cheiro intenso, diferente do habitual, que persiste por dias, que fica mais forte após o sexo ou que vem acompanhado de mudança na cor, coceira, ardência ou dor.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Vaginose bacteriana: a causa mais comum\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A \u003Cstrong>vaginose bacteriana\u003C\u002Fstrong> responde pela maioria dos casos de corrimento com cheiro forte. Não é uma infecção transmitida, mas um desequilíbrio: os lactobacilos diminuem e bactérias como a Gardnerella se multiplicam, produzindo aminas que causam o característico cheiro de peixe, mais evidente depois da relação sexual e no fim da menstruação. O corrimento costuma ser fino, acinzentado ou esbranquiçado e aderido às paredes vaginais, geralmente sem coceira intensa. Duchas, sexo sem preservativo com novos parceiros, tabagismo e uso recente de antibióticos favorecem o desequilíbrio, e as recidivas são frequentes, o que reforça a necessidade de tratamento orientado.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Tricomoníase, absorvente esquecido e outras causas\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A \u003Cstrong>tricomoníase\u003C\u002Fstrong>, causada por um protozoário transmitido sexualmente, produz corrimento abundante, amarelado ou esverdeado, às vezes espumoso, com cheiro forte e desagradável, acompanhado de coceira, ardência e dor ao urinar. É a única causa comum de odor que exige tratamento do parceiro ao mesmo tempo.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Um \u003Cstrong>absorvente interno esquecido\u003C\u002Fstrong>, ou um pedaço de preservativo ou de anel vaginal retido, provoca em poucos dias um cheiro pútrido muito intenso, com corrimento escuro, e precisa ser removido em consulta. Corpos estranhos retidos por muito tempo podem levar a infecções mais graves. A candidíase, apesar de comum, costuma causar mais coceira do que odor; já a cervicite por clamídia ou gonorreia e, mais raramente, fístulas e lesões no colo do útero também podem alterar o cheiro e precisam ser descartadas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Hábitos de higiene e mudanças hormonais\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O excesso também prejudica. Duchas vaginais, sabonetes perfumados, lenços umedecidos e lavagens repetidas removem os lactobacilos e elevam o pH, abrindo caminho para a vaginose. Roupa íntima sintética, calças muito apertadas e o hábito de permanecer com roupa úmida de ginástica ou de piscina criam o ambiente quente e abafado em que as bactérias produtoras de odor prosperam. Já na \u003Cstrong>menopausa\u003C\u002Fstrong>, a queda do estrogênio afina a mucosa e reduz os lactobacilos; o pH sobe e o cheiro pode mudar mesmo sem infecção. Na gravidez e com o uso de alguns anticoncepcionais, as variações hormonais também alteram a secreção e o odor.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que não fazer\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Não fazer duchas ou lavagens internas: elas espalham a infecção e destroem a flora protetora.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Não usar antibióticos ou antifúngicos por conta própria: o remédio para candidíase não trata vaginose, e o uso repetido de antibióticos sem diagnóstico favorece resistência e recidivas.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Não mascarar o cheiro com perfumes, desodorantes íntimos ou sabonetes fortes.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Não interromper o tratamento assim que o cheiro melhorar.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Não adiar a consulta por vergonha: o problema é frequente, e a ginecologista lida com ele todos os dias.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Como é o diagnóstico e o tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Na consulta, o exame ginecológico mostra o aspecto do corrimento e das paredes vaginais. A medição do \u003Cstrong>pH vaginal\u003C\u002Fstrong> e a análise da secreção ao microscópio, com o teste de aminas, costumam ser suficientes para diferenciar vaginose, tricomoníase e candidíase; a cultura ou os testes moleculares entram quando há dúvida ou recidivas. Quando indicado, a pesquisa de outras infecções sexualmente transmissíveis é feita na mesma coleta.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O tratamento depende da causa: antibióticos específicos, por via oral ou vaginal, na vaginose e na tricomoníase, com tratamento do parceiro nesta última; remoção do corpo estranho quando é o caso; reposição de estrogênio local na atrofia da menopausa. Em vaginoses de repetição, esquemas de manutenção e o uso de probióticos podem ser discutidos.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Prevenção e quando procurar a ginecologista\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Higiene externa apenas com água ou sabonete suave, roupa íntima de algodão, preservativo com novos parceiros, evitar o cigarro e trocar absorventes com regularidade reduzem bastante as recidivas. Vale marcar consulta sempre que o cheiro for intenso, persistir por mais de alguns dias, voltar com frequência ou vier acompanhado de febre, dor pélvica, sangramento fora do período ou corrimento esverdeado. Em Curitiba, a equipe de ginecologia da Clínica Femi Saúde investiga a causa e orienta o tratamento adequado, sem julgamentos.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fginecologia\">Ginecologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dra.","Ginecologista",[26,27],"CRM-PR 39.552","RQE 34.292","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fmelissa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fmelissa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Melissa Amoroso é ginecologista e Diretora Técnica da Clínica Femi Saúde. Dedica-se ao cuidado da mulher em todas as fases da vida, da primeira menstruação à menopausa, com foco em medicina preventiva: consultas de rotina, preventivo do colo do útero e orientação individualizada.\n\nEm contracepção, oferece aconselhamento para a escolha do método mais adequado a cada paciente e realiza a inserção de DIU (hormonal e de cobre) e do Implanon®, além da laqueadura.\n\nÉ especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, com fellow em videolaparoscopia e histeroscopia. Realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica — para investigar e tratar sangramentos uterinos anormais, pólipos e miomas — e cirurgias por vídeo, como histerectomia e remoção de cistos de ovário e miomas, com atenção especial à endometriose.\n\nNa ginecologia regenerativa e estética íntima, cuida da saúde íntima com laser de CO2 fracionado e radiofrequência e realiza cirurgias íntimas, como a ninfoplastia a laser, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e a confiança de suas pacientes.",[32,47,60,72],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":41,"readTime":45,"path":46},"coceira-vaginal-causas","Coceira vaginal: causas e quando procurar a ginecologista","Coceira na vagina pode ser candidíase, alergia, líquen escleroso e outras causas. 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Orientações da Femi Saúde, em Curitiba.","2026-09-12","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fendometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento.jpg","Ilustração editorial de mulher com desconforto pélvico e formas sobrepostas ao fundo.",[68,69,70],"endometriose profunda","sintomas de endometriose","cirurgia de endometriose","\u002Fblog\u002Fendometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento",{"slug":73,"title":74,"description":75,"date":76,"image":77,"imageAlt":78,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":79,"readTime":18,"path":83},"gestrinona-chip-da-beleza-riscos","Gestrinona (chip da beleza): o que é, riscos e regras","Entenda o que é a gestrinona, por que o implante hormonal ficou conhecido como chip da beleza, quais são os riscos e o que dizem o CFM e a Anvisa.","2026-09-10","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fgestrinona-chip-da-beleza-riscos.jpg","Implantes hormonais demonstrativos sob uma lupa, ao lado de documentos de avaliação médica.",[80,81,82],"gestrinona","chip da beleza","implante hormonal","\u002Fblog\u002Fgestrinona-chip-da-beleza-riscos",1790735090272]