[{"data":1,"prerenderedAt":83},["ShallowReactive",2],{"blog-post:diu-e-infeccao-risco-de-doenca-inflamatoria-pelvica":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"diu-e-infeccao-risco-de-doenca-inflamatoria-pelvica","DIU e infecção: o DIU aumenta o risco de doença inflamatória pélvica?","O DIU causa infecção? Entenda o risco real de doença inflamatória pélvica, quando ele existe e os sinais de alerta. Ginecologia em Curitiba.","2026-08-28","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fdiu-e-infeccao-risco-de-doenca-inflamatoria-pelvica.jpg","Modelo demonstrativo de DIU ao lado de material fechado para exames clínicos.","diu","Dra. Vanessa Amoroso","dra-vanessa-amoroso",[14,15,16,17],"DIU e infecção","DIU doença inflamatória pélvica","DIU causa infecção","risco de infecção com DIU",5,982,"\u002Fblog\u002Fdiu-e-infeccao-risco-de-doenca-inflamatoria-pelvica","\u003Cp>Poucas dúvidas sobre o DIU são tão persistentes quanto o medo de infecção. A ideia de que um dispositivo dentro do útero abriria caminho para bactérias e provocaria doença inflamatória pélvica, com risco à fertilidade, afastou gerações de mulheres do método. Esse receio tem origem histórica real, mas não corresponde ao que os DIUs modernos e as pesquisas das últimas décadas mostram. Este texto explica de onde veio o mito, o que os estudos dizem sobre o risco real, em que momento ele existe, quais exames fazem sentido antes da inserção e o que fazer se uma infecção acontecer durante o uso.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>De onde vem o medo: a história por trás do mito\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Nos anos 1970, um DIU chamado Dalkon Shield foi associado a um número elevado de infecções graves. O problema estava no seu fio de retirada, formado por múltiplos filamentos trançados, que funcionava como um pavio e conduzia bactérias da vagina para dentro do útero. O dispositivo foi retirado do mercado, e a reputação de todos os DIUs ficou abalada por décadas.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Os DIUs atuais, de cobre ou hormonais, usam fio monofilamentar, que não tem esse efeito. Ainda assim, a lembrança daquele episódio sobrevive em bulas antigas, em recomendações desatualizadas e no senso comum, e é a raiz da associação entre DIU e infecção.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que os estudos mostram sobre o risco real\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A \u003Cstrong>doença inflamatória pélvica\u003C\u002Fstrong> é uma infecção do útero, das trompas e dos ovários, causada na maior parte das vezes por bactérias sexualmente transmissíveis, sobretudo clamídia e gonococo. Um grande estudo coordenado pela Organização Mundial da Saúde, com dezenas de milhares de inserções em vários países, mostrou que o risco em usuárias de DIU é baixo: cerca de um a dois casos para cada mil mulheres por ano após o período inicial, número semelhante ao de mulheres que não usam o método.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Revisões posteriores confirmaram esse achado e acrescentaram um dado importante: quando a infecção ocorre, ela está ligada à presença de bactérias no colo do útero no momento da inserção, e não ao DIU em si. Não é o dispositivo que causa a infecção, mas a passagem pelo colo em uma mulher que já carregava uma infecção sem sintomas. Para o DIU hormonal de levonorgestrel, alguns estudos sugerem risco ainda menor, possivelmente porque o hormônio espessa o muco cervical e dificulta a subida de bactérias.\u003C\u002Fp>\n\u003Caside class=\"post-inline-cta\">\u003Cp>\u003Cstrong>Ficou com alguma dúvida?\u003C\u002Fstrong> Agende uma avaliação com Dra. Vanessa Amoroso na Femi Saúde, no Park Shopping Barigüi.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agendar pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003C\u002Faside>\u003Ch2>Quando o risco é maior: as primeiras semanas\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O período de atenção são as três primeiras semanas após a inserção. Nesse intervalo, o risco de doença inflamatória pélvica é cerca de seis vezes maior do que no restante do uso, ainda que continue pequeno em números absolutos, e depois cai para o nível de base e ali permanece por todos os anos seguintes. Esse padrão reforça a explicação anterior: o momento crítico é o da passagem pelo colo, não a permanência do DIU no útero.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Por isso, a técnica asséptica durante a inserção e a avaliação prévia de sintomas de infecção fazem diferença. O uso de antibiótico preventivo, por outro lado, não é recomendado pelas diretrizes, porque não reduziu o número de infecções nos estudos.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Exames antes da inserção: para quem e quando\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Os critérios de elegibilidade da Organização Mundial da Saúde e as recomendações da FEBRASGO não exigem exames laboratoriais de rotina antes de colocar o DIU em mulheres sem sintomas e sem fatores de risco. A avaliação clínica, com história sexual e exame ginecológico, é suficiente na maior parte dos casos.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Para mulheres com maior chance de infecção sexualmente transmissível, como as com menos de 25 anos, parceiro novo ou múltiplos parceiros recentes, a pesquisa de clamídia e gonococo é recomendada. As diretrizes permitem coletar o exame no mesmo dia da inserção, sem adiar o procedimento, e tratar se o resultado for positivo, mantendo o DIU. Já quem apresenta corrimento purulento, dor pélvica ou infecção confirmada no momento da consulta deve tratar primeiro e inserir depois, porque nessa situação a inserção é contraindicada pelos critérios da OMS.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Se a infecção acontecer: é preciso retirar o DIU?\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Na maioria dos casos, não. As recomendações atuais orientam iniciar o tratamento com antibióticos e manter o DIU, reavaliando a resposta em dois a três dias. Se houver melhora, o dispositivo pode ficar. A retirada é considerada quando não há resposta ao tratamento ou quando a própria mulher prefere removê-lo. Retirar o DIU sem necessidade expõe a mulher a uma gravidez não planejada e não acelera a cura.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Vale distinguir outras situações. A presença de Actinomyces no preventivo de uma mulher sem sintomas não exige retirada nem tratamento, apenas acompanhamento. Candidíase e vaginose bacteriana, comuns em qualquer mulher, não são doença inflamatória pélvica e são tratadas normalmente com o DIU no lugar.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Sinais de alerta e como se proteger\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Vale procurar atendimento sem demora se, sobretudo nas primeiras semanas, surgirem:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>dor pélvica persistente, diferente das cólicas leves de adaptação;\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>febre ou calafrios;\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>corrimento com odor forte ou aspecto purulento;\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>dor durante as relações sexuais;\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>sangramento anormal acompanhado de dor.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>A proteção mais eficaz continua sendo o preservativo, já que o DIU não protege contra infecções sexualmente transmissíveis. Rastreamento periódico, especialmente com parceiro novo, e o retorno de revisão após a inserção completam os cuidados.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>DIU, infecção e fertilidade futura\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A pergunta final costuma ser se o DIU pode comprometer a chance de engravidar no futuro. As evidências mostram que não. Estudos que compararam mulheres com infertilidade por obstrução das trompas e mulheres férteis encontraram associação com infecção prévia por clamídia, não com o uso de DIU. Após a retirada, a fertilidade volta ao nível esperado para a idade em pouco tempo. Em Curitiba, a equipe da Femi Saúde realiza a inserção com avaliação prévia cuidadosa e acompanhamento nas primeiras semanas, para que o método seja usado com segurança e tranquilidade.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Quer saber mais sobre DIU? Conheça o \u003Ca href=\"\u002Ftreatment\u002Fdiu\">tratamento de DIU na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dra.","Ginecologista e Mastologista",[26,27],"CRM-PR 29.243","RQE 18.893","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fvanessa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fvanessa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Vanessa Amoroso é ginecologista e mastologista e Diretora Médica da Clínica Femi Saúde. Sua abordagem é completa e acolhedora: acompanha a saúde da mulher com consultas de rotina, exames preventivos e aconselhamento sobre métodos anticoncepcionais, como DIU e implantes.\n\nÉ especialista em estética íntima e ginecologia regenerativa, que utiliza tecnologias modernas para restaurar e revitalizar a saúde vaginal. Realiza tratamentos com laser e radiofrequência e cirurgias íntimas que devolvem conforto e autoestima, e trata a incontinência urinária de forma eficaz e minimamente invasiva.\n\nNa ginecologia endócrina, oferece suporte para questões hormonais, como menopausa e síndrome ovariana metabólica poliendócrina (SOMP), e acompanha questões de sexualidade, ajudando a melhorar a qualidade de vida em todas as fases.\n\nNa mastologia, dedica-se à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de condições como nódulos, cistos e dores mamárias, incluindo cirurgias de reconstrução mamária — sempre com o objetivo de devolver às pacientes não apenas a saúde, mas também a confiança e o bem-estar.",[32,46,58,70],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":41,"readTime":18,"path":45},"diu-engorda-mirena-kyleena-cobre","DIU engorda? Mirena, Kyleena e DIU de cobre","DIU engorda? Veja o que os estudos mostram sobre o peso com o DIU Mirena, o Kyleena e o DIU de cobre, e como eles se comparam ao implante e ao injetável.","2026-09-18","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fdiu-engorda-mirena-kyleena-cobre.jpg","Modelos demonstrativos de DIU hormonal e de cobre sobre uma superfície clara, com uma balança desfocada ao fundo.","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[42,43,44],"diu engorda","diu mirena engorda","diu kyleena","\u002Fblog\u002Fdiu-engorda-mirena-kyleena-cobre",{"slug":47,"title":48,"description":49,"date":50,"image":51,"imageAlt":52,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":53,"readTime":18,"path":57},"diu-mirena-kyleena-efeitos-colaterais","Efeitos colaterais do DIU Mirena e Kyleena","Quais são os efeitos colaterais do DIU Mirena e do Kyleena? 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Ginecologia em Curitiba.","2026-09-08","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fdiu-de-emergencia-diu-de-cobre-apos-relacao-desprotegida.jpg","DIU de cobre demonstrativo em destaque, com um relógio desfocado ao fundo.",[66,67,68],"DIU de emergência","DIU de cobre após relação desprotegida","contracepção de emergência","\u002Fblog\u002Fdiu-de-emergencia-diu-de-cobre-apos-relacao-desprotegida",{"slug":71,"title":72,"description":73,"date":74,"image":75,"imageAlt":76,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":77,"readTime":81,"path":82},"diu-de-cobre-efeitos-colaterais","DIU de cobre: efeitos colaterais e menstruação","O DIU de cobre pode aumentar o fluxo e as cólicas, principalmente no início. 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