[{"data":1,"prerenderedAt":81},["ShallowReactive",2],{"blog-post:diu-e-menstruacao":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":16,"wordCount":17,"path":18,"html":19,"authorDoctor":20,"related":29},"diu-e-menstruacao","DIU e menstruação: o que esperar de cada tipo","Veja como o DIU hormonal e o de cobre afetam a menstruação: fluxo, cólicas e mudanças ao longo do tempo.","2025-01-01","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fdiu-e-menstruacao.jpg","Mulher tranquila de olhos fechados em um quarto iluminado pela luz natural, transmitindo calma e bem-estar","diu","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[10,14,15],"menstruação","fluxo",4,781,"\u002Fblog\u002Fdiu-e-menstruacao","\u003Cp>O \u003Cstrong>DIU\u003C\u002Fstrong> (dispositivo intrauterino) é um dos métodos contraceptivos mais eficazes disponíveis, com taxa de falha inferior a 1% ao ano. Mas uma dúvida muito comum no consultório é: o que vai acontecer com a minha menstruação? A resposta depende diretamente do tipo de DIU escolhido. Entender essas diferenças com antecedência ajuda a viver a adaptação com mais tranquilidade e a saber distinguir o que é esperado do que merece atenção.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Os tipos de DIU disponíveis no Brasil\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Existem dois grandes grupos, com mecanismos e efeitos menstruais distintos:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>DIU hormonal (com levonorgestrel)\u003C\u002Fstrong>: o \u003Cstrong>Mirena\u003C\u002Fstrong> (52 mg, com eficácia mantida por cerca de 8 anos) e o \u003Cstrong>Kyleena\u003C\u002Fstrong> (19,5 mg, indicado por 5 anos). Eles liberam o hormônio progestagênio localmente no útero, o que afina o endométrio (a camada interna do útero) e espessa o muco do colo, dificultando a passagem dos espermatozoides.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>DIU de cobre (TCu380A)\u003C\u002Fstrong>: sem hormônios, dura até 10 anos, com evidências que apoiam o uso por até 12 anos. Os íons de cobre criam um ambiente uterino que torna os espermatozoides inviáveis, impedindo a fecundação.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Ambos preservam a fertilidade, que costuma retornar logo após a retirada.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>DIU hormonal: tendência a reduzir o fluxo\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O efeito mais marcante do DIU hormonal é a \u003Cstrong>redução progressiva do sangramento\u003C\u002Fstrong>. Como o endométrio fica mais fino, a menstruação tende a diminuir bastante ao longo dos meses. Com o DIU de levonorgestrel de 52 mg, a \u003Cstrong>amenorreia\u003C\u002Fstrong> (ausência de menstruação) ocorre em cerca de 1 em cada 5 mulheres ao final do primeiro ano de uso, e essa proporção tende a aumentar com o tempo de uso; com o de 19,5 mg, esse percentual é menor (em torno de 12%). É importante saber que parar de menstruar com o DIU hormonal \u003Cstrong>é seguro\u003C\u002Fstrong>: não significa que o sangue está &quot;acumulando&quot;, mas sim que o revestimento uterino está menos espesso.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Nos \u003Cstrong>primeiros 3 a 6 meses\u003C\u002Fstrong>, porém, é comum haver sangramento irregular, em borra ou pequenos escapes (spotting). Esse padrão costuma melhorar com o tempo. Por reduzir o fluxo, o DIU hormonal de 52 mg também é usado no tratamento de mulheres com sangramento menstrual intenso.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>DIU de cobre: o ciclo continua, e pode ficar mais intenso\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O DIU de cobre \u003Cstrong>não interfere nos hormônios\u003C\u002Fstrong>, por isso a ovulação e o ciclo menstrual seguem o ritmo natural do corpo. A contrapartida é que ele pode tornar a \u003Cstrong>menstruação mais intensa e mais longa\u003C\u002Fstrong>, além de aumentar as \u003Cstrong>cólicas\u003C\u002Fstrong>, principalmente nos primeiros meses.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Isso acontece porque o cobre provoca uma reação inflamatória local que eleva substâncias chamadas prostaglandinas. A boa notícia é que, na maioria dos casos, há uma \u003Cstrong>adaptação ao longo dos primeiros 3 a 6 meses\u003C\u002Fstrong>, com tendência de redução das cólicas e do sangramento irregular conforme o corpo se ajusta. Ainda assim, o fluxo menstrual pode permanecer um pouco mais intenso ou mais longo do que era antes da colocação — o que costuma ser bem tolerado, mas merece avaliação se incomodar.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>E os mitos? Deslocamento e uso em quem nunca teve filhos\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Dois receios são frequentes e merecem esclarecimento:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>&quot;O DIU pode se deslocar&quot;\u003C\u002Fstrong>: a expulsão (saída espontânea do dispositivo) existe, mas é incomum e mais provável nos primeiros meses após a inserção. Atividades do dia a dia e a relação sexual, por si só, não deslocam o DIU. Mesmo assim, recomenda-se atenção a sinais como cólica intensa que não melhora, sumiço do fio ou dor, e as consultas de acompanhamento ajudam a confirmar o posicionamento.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>&quot;Quem nunca engravidou não pode usar&quot;\u003C\u002Fstrong>: isso não é verdade. Tanto adolescentes quanto \u003Cstrong>nuligestas\u003C\u002Fstrong> (mulheres que nunca tiveram filhos) podem usar DIU com segurança, segundo a FEBRASGO e os critérios de elegibilidade da OMS. A inserção é um procedimento rápido, feito em consultório, que pode causar cólica passageira no momento.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Quando procurar a clínica\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A maioria das mudanças menstruais nos primeiros meses é esperada e transitória. Ainda assim, vale buscar avaliação se você notar:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Sangramento muito intenso ou prolongado, que não melhora\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Cólicas fortes e persistentes\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Atraso menstrual com suspeita de gravidez\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Dor pélvica importante, febre ou desaparecimento do fio do DIU\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Escolher entre o DIU hormonal e o de cobre é uma decisão individual, que leva em conta seu padrão menstrual, suas preferências e seu histórico de saúde. Não existe &quot;melhor&quot; universal: existe o mais adequado para você. Em uma consulta, é possível esclarecer dúvidas, avaliar contraindicações e decidir com calma o caminho que faz mais sentido para o seu corpo e o seu momento de vida.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Quer saber mais sobre DIU? Conheça o \u003Ca href=\"\u002Ftreatment\u002Fdiu\">tratamento de DIU na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":21,"title":22,"credentials":23,"image":26,"thumbnail":27,"description":28},"Dra.","Ginecologista",[24,25],"CRM-PR 39.552","RQE 34.292","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fmelissa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fmelissa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Melissa Amoroso é ginecologista e Diretora Técnica da Clínica Femi Saúde. Dedica-se ao cuidado da mulher em todas as fases da vida, da primeira menstruação à menopausa, com foco em medicina preventiva: consultas de rotina, preventivo do colo do útero e orientação individualizada.\n\nEm contracepção, oferece aconselhamento para a escolha do método mais adequado a cada paciente e realiza a inserção de DIU (hormonal e de cobre) e do Implanon®, além da laqueadura.\n\nÉ especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, com fellow em videolaparoscopia e histeroscopia. Realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica — para investigar e tratar sangramentos uterinos anormais, pólipos e miomas — e cirurgias por vídeo, como histerectomia e remoção de cistos de ovário e miomas, com atenção especial à endometriose.\n\nNa ginecologia regenerativa e estética íntima, cuida da saúde íntima com laser de CO2 fracionado e radiofrequência e realiza cirurgias íntimas, como a ninfoplastia a laser, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e a confiança de suas pacientes.",[30,43,55,69],{"slug":31,"title":32,"description":33,"date":34,"image":35,"imageAlt":36,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":37,"readTime":41,"path":42},"diu-engorda-mirena-kyleena-cobre","DIU engorda? Mirena, Kyleena e DIU de cobre","DIU engorda? Veja o que os estudos mostram sobre o peso com o DIU Mirena, o Kyleena e o DIU de cobre, e como eles se comparam ao implante e ao injetável.","2026-09-18","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fdiu-engorda-mirena-kyleena-cobre.jpg","Modelos demonstrativos de DIU hormonal e de cobre sobre uma superfície clara, com uma balança desfocada ao fundo.",[38,39,40],"diu engorda","diu mirena engorda","diu kyleena",5,"\u002Fblog\u002Fdiu-engorda-mirena-kyleena-cobre",{"slug":44,"title":45,"description":46,"date":47,"image":48,"imageAlt":49,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":50,"readTime":41,"path":54},"diu-mirena-kyleena-efeitos-colaterais","Efeitos colaterais do DIU Mirena e Kyleena","Quais são os efeitos colaterais do DIU Mirena e do Kyleena? 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Ginecologia em Curitiba.","2026-09-08","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fdiu-de-emergencia-diu-de-cobre-apos-relacao-desprotegida.jpg","DIU de cobre demonstrativo em destaque, com um relógio desfocado ao fundo.","Dra. Vanessa Amoroso","dra-vanessa-amoroso",[65,66,67],"DIU de emergência","DIU de cobre após relação desprotegida","contracepção de emergência","\u002Fblog\u002Fdiu-de-emergencia-diu-de-cobre-apos-relacao-desprotegida",{"slug":70,"title":71,"description":72,"date":73,"image":74,"imageAlt":75,"category":10,"author":62,"authorSlug":63,"tags":76,"readTime":41,"path":80},"diu-e-infeccao-risco-de-doenca-inflamatoria-pelvica","DIU e infecção: o DIU aumenta o risco de doença inflamatória pélvica?","O DIU causa infecção? Entenda o risco real de doença inflamatória pélvica, quando ele existe e os sinais de alerta. 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