[{"data":1,"prerenderedAt":81},["ShallowReactive",2],{"blog-post:fissura-anal-sintomas-e-tratamento":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":17,"wordCount":18,"path":19,"html":20,"authorDoctor":21,"related":30},"fissura-anal-sintomas-e-tratamento","Fissura anal: sintomas, causas e tratamento","Fissura anal é um corte no ânus que causa dor intensa ao evacuar e sangramento. Entenda as causas, a diferença para hemorroida e os tratamentos, da pomada à cirurgia.","2026-07-13","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Ffissura-anal-sintomas-e-tratamento.jpg","Água, aveia, pera e pão integral representam hidratação e fibras na rotina alimentar.","coloproctologia","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[14,15,16,10],"fissura anal","dor ao evacuar","sangue nas fezes",4,794,"\u002Fblog\u002Ffissura-anal-sintomas-e-tratamento","\u003Cp>Uma dor intensa, em queimação ou &quot;como se fosse um caco de vidro&quot; ao evacuar, que continua por minutos ou horas depois, com um pouco de sangue vivo no papel higiênico: esse é o quadro típico da \u003Cstrong>fissura anal\u003C\u002Fstrong>. Muitas pessoas acham que é hemorroida, mas não é — e o tratamento também é diferente. Entenda o que é a fissura anal, por que ela demora a cicatrizar e quais são as opções de tratamento.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que é fissura anal\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A \u003Cstrong>fissura anal\u003C\u002Fstrong> é um \u003Cstrong>pequeno corte ou rachadura\u003C\u002Fstrong> na pele fina que reveste o canal anal. Ela costuma aparecer na linha média, na parte de trás do ânus, e pode surgir em qualquer idade — inclusive após o parto.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Fissura aguda x crônica\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Fissura aguda\u003C\u002Fstrong>: é recente (menos de 6 a 8 semanas), parece um corte superficial e, na maioria das vezes, \u003Cstrong>cicatriza com medidas clínicas\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Fissura crônica\u003C\u002Fstrong>: dura mais tempo, fica mais profunda e pode vir acompanhada de uma \u003Cstrong>pequena pele saliente na borda do ânus\u003C\u002Fstrong> (plicoma sentinela) e de uma papila aumentada dentro do canal. É mais difícil de cicatrizar sozinha.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Sintomas\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Dor intensa durante e após evacuar\u003C\u002Fstrong>, que pode durar de minutos a horas\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Sangue vermelho vivo\u003C\u002Fstrong> no papel higiênico ou nas fezes, geralmente em pequena quantidade\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Ardência\u003C\u002Fstrong> ou queimação\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Medo de evacuar\u003C\u002Fstrong>, que leva a segurar as fezes — o que piora o problema\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Coceira ou pequena saliência na borda do ânus, nos casos crônicos\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Fissura ou hemorroida?\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A principal diferença é a \u003Cstrong>dor\u003C\u002Fstrong>: na hemorroida interna, o sangramento costuma ser \u003Cstrong>sem dor\u003C\u002Fstrong>; na fissura, a \u003Cstrong>dor ao evacuar é o sintoma principal\u003C\u002Fstrong>. As duas condições podem, inclusive, aparecer juntas. Saiba mais em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fhemorroida-interna-e-externa-tratamento\">hemorroida interna e externa: sintomas e tratamentos\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Por que a fissura aparece e demora a cicatrizar\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A causa mais comum é a passagem de \u003Cstrong>fezes endurecidas e volumosas\u003C\u002Fstrong>, em quem tem intestino preso. Episódios de \u003Cstrong>diarreia\u003C\u002Fstrong> e o \u003Cstrong>parto\u003C\u002Fstrong> também podem provocar a lesão.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O que dificulta a cicatrização é um ciclo conhecido: a dor provoca um \u003Cstrong>espasmo do músculo do esfíncter anal\u003C\u002Fstrong>, que fica contraído. Esse espasmo \u003Cstrong>reduz o fluxo de sangue\u003C\u002Fstrong> no local e aumenta a dor na próxima evacuação — e a ferida não fecha. O tratamento busca justamente \u003Cstrong>quebrar esse ciclo\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Ch3>Medidas clínicas (primeira escolha)\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>A maior parte das fissuras agudas cicatriza com:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Fibras\u003C\u002Fstrong> na alimentação e, se necessário, suplementos de fibras orientados pelo médico\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Boa hidratação\u003C\u002Fstrong>, para deixar as fezes macias\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Banhos de assento\u003C\u002Fstrong> com água morna, que relaxam o esfíncter e aliviam a dor\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Não segurar\u003C\u002Fstrong> a vontade de evacuar e evitar esforço\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Analgésicos, conforme orientação\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch3>Pomadas que relaxam o esfíncter\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Quando as medidas iniciais não bastam, o coloproctologista pode prescrever \u003Cstrong>pomadas que relaxam o músculo do esfíncter\u003C\u002Fstrong> e melhoram o fluxo de sangue, como as de diltiazem ou de nitroglicerina, em geral manipuladas e usadas por algumas semanas. Anestésicos tópicos podem ajudar no alívio da dor.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Toxina botulínica\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>A aplicação de \u003Cstrong>toxina botulínica\u003C\u002Fstrong> no esfíncter provoca um relaxamento temporário do músculo, favorecendo a cicatrização. É uma opção para fissuras que não responderam às pomadas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Cirurgia\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Para fissuras \u003Cstrong>crônicas\u003C\u002Fstrong> que não cicatrizam com os tratamentos clínicos, a cirurgia mais indicada é a \u003Cstrong>esfincterotomia lateral interna\u003C\u002Fstrong>: um pequeno corte controlado em parte do músculo, que alivia o espasmo. Tem \u003Cstrong>altas taxas de cicatrização\u003C\u002Fstrong> e a dor costuma melhorar rapidamente. A decisão leva em conta os riscos, como alterações leves na continência para gases, que são discutidos com cada paciente. Em alguns casos, retira-se também o plicoma sentinela.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Fissura anal no pós-parto\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O parto e o intestino preso comuns no puerpério tornam a fissura frequente nesse período. O tratamento prioriza fibras, água, banhos de assento e medicamentos compatíveis com a amamentação, sempre com orientação médica.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Quando investigar outras causas\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Fissuras em \u003Cstrong>localização diferente da habitual\u003C\u002Fstrong>, \u003Cstrong>múltiplas\u003C\u002Fstrong>, muito grandes ou que não cicatrizam podem estar associadas a outras condições, como doença de Crohn e infecções. Por isso, a avaliação com o coloproctologista é importante — especialmente se houver diarreia crônica, perda de peso ou outros sintomas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como prevenir\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Manter uma alimentação rica em \u003Cstrong>fibras\u003C\u002Fstrong> e beber \u003Cstrong>água\u003C\u002Fstrong> ao longo do dia\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Não adiar a ida ao banheiro\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Evitar ficar muito tempo sentado no vaso e fazer força\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Tratar a \u003Cstrong>diarreia\u003C\u002Fstrong> e o \u003Cstrong>intestino preso\u003C\u002Fstrong> com orientação\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>A fissura anal dói muito, mas tem tratamento — e, na maioria das vezes, sem cirurgia. Se você sente dor forte ao evacuar ou nota sangue com frequência, procure um coloproctologista: o diagnóstico é simples e o alívio pode vir rápido.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fcoloproctologia\">Coloproctologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":22,"title":23,"credentials":24,"image":27,"thumbnail":28,"description":29},"Dra.","Ginecologista",[25,26],"CRM-PR 39.552","RQE 34.292","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fmelissa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fmelissa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Melissa Amoroso é ginecologista e Diretora Técnica da Clínica Femi Saúde. Dedica-se ao cuidado da mulher em todas as fases da vida, da primeira menstruação à menopausa, com foco em medicina preventiva: consultas de rotina, preventivo do colo do útero e orientação individualizada.\n\nEm contracepção, oferece aconselhamento para a escolha do método mais adequado a cada paciente e realiza a inserção de DIU (hormonal e de cobre) e do Implanon®, além da laqueadura.\n\nÉ especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, com fellow em videolaparoscopia e histeroscopia. Realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica — para investigar e tratar sangramentos uterinos anormais, pólipos e miomas — e cirurgias por vídeo, como histerectomia e remoção de cistos de ovário e miomas, com atenção especial à endometriose.\n\nNa ginecologia regenerativa e estética íntima, cuida da saúde íntima com laser de CO2 fracionado e radiofrequência e realiza cirurgias íntimas, como a ninfoplastia a laser, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e a confiança de suas pacientes.",[31,44,56,68],{"slug":32,"title":33,"description":34,"date":35,"image":36,"imageAlt":37,"category":10,"author":38,"tags":39,"readTime":42,"path":43},"sangramento-ao-evacuar-causas-e-quando-investigar","Sangramento ao evacuar: principais causas e quando investigar","Sangue nas fezes ou no papel higiênico costuma ser benigno, mas merece avaliação. 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