[{"data":1,"prerenderedAt":81},["ShallowReactive",2],{"blog-post:hemorroida-interna-e-externa-tratamento":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":17,"wordCount":18,"path":19,"html":20,"authorDoctor":21,"related":30},"hemorroida-interna-e-externa-tratamento","Hemorroida interna e externa: sintomas e tratamentos","Hemorroida é muito comum e tem tratamento. Veja a diferença entre interna e externa, os sintomas, o que ajuda em casa, quando procurar o coloproctologista e as opções de tratamento.","2026-07-18","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fhemorroida-interna-e-externa-tratamento.jpg","Mulher conversa com uma médica sobre sintomas intestinais e possibilidades de tratamento.","coloproctologia","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[14,15,16,10],"hemorroida","hemorroida interna","hemorroida externa",4,888,"\u002Fblog\u002Fhemorroida-interna-e-externa-tratamento","\u003Cp>A \u003Cstrong>hemorroida\u003C\u002Fstrong> é uma das queixas mais comuns da população — e também uma das que mais se deixa para depois, por vergonha. Sangue no papel higiênico, coceira, um &quot;caroço&quot; no ânus ou dor ao evacuar fazem parte da rotina de muitas pessoas, especialmente das mulheres durante a gravidez e após o parto. A boa notícia é que existe tratamento para todos os graus, e a maioria dos casos melhora com medidas simples. Entenda a diferença entre hemorroida interna e externa, os sintomas e as opções de tratamento.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que são hemorroidas\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Todos nós temos \u003Cstrong>hemorroidas\u003C\u002Fstrong>: são estruturas normais, formadas por vasos sanguíneos e tecido de sustentação, que ficam no canal anal e ajudam no controle das fezes e dos gases. O problema — chamado de \u003Cstrong>doença hemorroidária\u003C\u002Fstrong> — começa quando essas estruturas \u003Cstrong>dilatam, inflamam ou saem do lugar\u003C\u002Fstrong>, causando sintomas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Hemorroida interna x externa\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Hemorroida interna\u003C\u002Fstrong>: fica \u003Cstrong>dentro do canal anal\u003C\u002Fstrong>, em uma região com pouca sensibilidade à dor. O sintoma mais comum é o \u003Cstrong>sangramento sem dor\u003C\u002Fstrong>, de sangue vermelho vivo. Pode também \u003Cstrong>prolapsar\u003C\u002Fstrong> (sair pelo ânus) durante a evacuação.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Hemorroida externa\u003C\u002Fstrong>: fica \u003Cstrong>na borda do ânus\u003C\u002Fstrong>, sob a pele, em uma região muito sensível. Causa desconforto, coceira e dificuldade de higiene. Quando se forma um coágulo dentro dela (\u003Cstrong>trombose hemorroidária\u003C\u002Fstrong>), surge um \u003Cstrong>caroço roxo e muito dolorido\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Graus da hemorroida interna\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>As hemorroidas internas são classificadas conforme o prolapso:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Grau I\u003C\u002Fstrong>: não saem do canal anal; podem sangrar\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Grau II\u003C\u002Fstrong>: saem durante a evacuação e \u003Cstrong>voltam sozinhas\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Grau III\u003C\u002Fstrong>: saem e precisam ser \u003Cstrong>empurradas de volta\u003C\u002Fstrong> com o dedo\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Grau IV\u003C\u002Fstrong>: ficam \u003Cstrong>permanentemente para fora\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>A classificação ajuda a definir o tratamento mais adequado.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Sintomas\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Sangue vermelho vivo\u003C\u002Fstrong> no papel higiênico, nas fezes ou no vaso\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Caroço\u003C\u002Fstrong> ou saliência na borda do ânus\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Coceira\u003C\u002Fstrong> e irritação na região\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Sensação de \u003Cstrong>evacuação incompleta\u003C\u002Fstrong> ou de &quot;algo saindo&quot;\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Saída de \u003Cstrong>muco\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Dor intensa\u003C\u002Fstrong>, principalmente quando há trombose\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Se a dor for muito forte durante e após evacuar, especialmente com sangramento, pode se tratar de uma \u003Cstrong>fissura anal\u003C\u002Fstrong> — veja \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Ffissura-anal-sintomas-e-tratamento\">fissura anal: sintomas e tratamento\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Causas e fatores de risco\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Intestino preso\u003C\u002Fstrong> e esforço para evacuar\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Ficar muito tempo sentado no vaso\u003C\u002Fstrong>, inclusive usando o celular\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Diarreia\u003C\u002Fstrong> frequente\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Dieta pobre em fibras\u003C\u002Fstrong> e baixa ingestão de água\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Gravidez e parto\u003C\u002Fstrong>, pelo aumento da pressão no abdome e das alterações hormonais\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Sobrepeso, sedentarismo e levantamento de peso frequente\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Hemorroida na gravidez e no pós-parto\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A gravidez aumenta a pressão sobre as veias da pelve e deixa o intestino mais lento. Por isso, hemorroidas são muito comuns no fim da gestação e após o parto. O tratamento prioriza \u003Cstrong>medidas de alimentação, banhos de assento e pomadas seguras\u003C\u002Fstrong>, sempre com orientação médica. Na maioria dos casos, os sintomas melhoram nos meses seguintes ao parto.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Sangramento nunca deve ser ignorado\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Embora a hemorroida seja a causa mais comum de sangue nas fezes, \u003Cstrong>não é a única\u003C\u002Fstrong>. Pólipos, doenças inflamatórias do intestino e o câncer colorretal também podem causar sangramento. Procure avaliação — e não assuma que &quot;é só hemorroida&quot; — especialmente se houver:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Mudança no hábito intestinal\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Perda de peso sem explicação\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Anemia ou cansaço\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Sangue escuro ou misturado às fezes\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Histórico familiar de câncer de intestino\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Idade acima de 45 anos, faixa em que o rastreio do câncer colorretal é recomendado\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Ch3>Medidas do dia a dia (para todos os graus)\u003C\u002Fh3>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Fibras\u003C\u002Fstrong>: frutas, verduras, legumes, cereais integrais e sementes, com orientação sobre a quantidade\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Água\u003C\u002Fstrong>: boa hidratação para deixar as fezes mais macias\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Não fazer força\u003C\u002Fstrong> e \u003Cstrong>não ficar muito tempo no vaso\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Banhos de assento\u003C\u002Fstrong> com água morna, por 10 a 15 minutos, para aliviar dor e inchaço\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Higiene delicada, de preferência com água, evitando papel áspero\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch3>Medicamentos\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Pomadas e medicamentos orais podem \u003Cstrong>aliviar os sintomas\u003C\u002Fstrong> por períodos curtos, sempre com orientação médica. Eles aliviam a crise, mas não resolvem a causa.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Procedimentos em consultório\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Para hemorroidas internas de grau I a III que não melhoram com as medidas iniciais:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Ligadura elástica\u003C\u002Fstrong>: um pequeno elástico é colocado na base da hemorroida, que cai em alguns dias. É rápida e muito eficaz.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Escleroterapia\u003C\u002Fstrong> e \u003Cstrong>fotocoagulação\u003C\u002Fstrong>, em casos selecionados\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch3>Cirurgia\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Indicada principalmente para hemorroidas de \u003Cstrong>grau III e IV\u003C\u002Fstrong>, externas volumosas ou quando os outros tratamentos não funcionaram. Existem diferentes técnicas — da \u003Cstrong>hemorroidectomia\u003C\u002Fstrong> convencional a técnicas menos invasivas, como a desarterialização e o laser —, escolhidas conforme o caso.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Trombose hemorroidária\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Quando há um coágulo recente e muito doloroso, a retirada do trombo com anestesia local nos \u003Cstrong>primeiros dias\u003C\u002Fstrong> pode trazer alívio rápido. Depois desse período, o tratamento costuma ser com medidas clínicas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Quando procurar o coloproctologista\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Procure avaliação se houver sangramento, dor, caroço que não melhora, coceira persistente ou se as crises se repetem. O exame é rápido, feito com cuidado e respeito ao seu conforto — e é o caminho para o diagnóstico correto.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Hemorroida tem tratamento, e ninguém precisa conviver com dor ou sangramento por vergonha. Uma consulta com o coloproctologista esclarece a causa dos sintomas e indica a opção mais simples e eficaz para o seu caso.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fcoloproctologia\">Coloproctologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":22,"title":23,"credentials":24,"image":27,"thumbnail":28,"description":29},"Dra.","Ginecologista",[25,26],"CRM-PR 39.552","RQE 34.292","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fmelissa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fmelissa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Melissa Amoroso é ginecologista e Diretora Técnica da Clínica Femi Saúde. Dedica-se ao cuidado da mulher em todas as fases da vida, da primeira menstruação à menopausa, com foco em medicina preventiva: consultas de rotina, preventivo do colo do útero e orientação individualizada.\n\nEm contracepção, oferece aconselhamento para a escolha do método mais adequado a cada paciente e realiza a inserção de DIU (hormonal e de cobre) e do Implanon®, além da laqueadura.\n\nÉ especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, com fellow em videolaparoscopia e histeroscopia. Realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica — para investigar e tratar sangramentos uterinos anormais, pólipos e miomas — e cirurgias por vídeo, como histerectomia e remoção de cistos de ovário e miomas, com atenção especial à endometriose.\n\nNa ginecologia regenerativa e estética íntima, cuida da saúde íntima com laser de CO2 fracionado e radiofrequência e realiza cirurgias íntimas, como a ninfoplastia a laser, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e a confiança de suas pacientes.",[31,45,57,68],{"slug":32,"title":33,"description":34,"date":35,"image":36,"imageAlt":37,"category":10,"author":38,"tags":39,"readTime":43,"path":44},"sangramento-ao-evacuar-causas-e-quando-investigar","Sangramento ao evacuar: principais causas e quando investigar","Sangue nas fezes ou no papel higiênico costuma ser benigno, mas merece avaliação. 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