[{"data":1,"prerenderedAt":76},["ShallowReactive",2],{"blog-post:implanon-ou-diu-qual-escolher":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":17,"wordCount":18,"path":19,"html":20,"authorDoctor":21,"related":30},"implanon-ou-diu-qual-escolher","Implanon ou DIU: qual o melhor método para você?","Compare Implanon e DIU: eficácia, duração, efeitos no ciclo e como escolher o melhor contraceptivo de longa duração.","2024-10-02","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fimplanon-ou-diu-qual-escolher.jpg","Médica sorridente de jaleco branco e estetoscópio orienta uma paciente durante consulta, segurando uma prancheta, em ambiente acolhedor de fundo rosa","implanon","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[10,14,15,16],"diu","contracepção","larc",4,806,"\u002Fblog\u002Fimplanon-ou-diu-qual-escolher","\u003Cp>O implante Implanon e o DIU estão entre os métodos contraceptivos mais eficazes que existem. Ambos fazem parte do grupo dos \u003Cstrong>LARC\u003C\u002Fstrong> (do inglês, contraceptivos reversíveis de longa duração), o que significa que, depois de colocados, protegem por anos sem que você precise lembrar de nada no dia a dia. A pergunta que mais ouço em consultório é: &quot;qual é o melhor?&quot;. A resposta honesta é que não existe um melhor para todas — existe o mais adequado para o seu corpo, sua rotina e seus objetivos. Vamos entender as diferenças com calma.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que é cada método\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O \u003Cstrong>Implanon NXT\u003C\u002Fstrong> é um pequeno bastão flexível (cerca de 4 cm) inserido sob a pele do braço, em consulta, com anestesia local. Ele libera de forma contínua um hormônio progestagênio chamado \u003Cstrong>etonogestrel\u003C\u002Fstrong> e protege por até \u003Cstrong>3 anos\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O \u003Cstrong>DIU\u003C\u002Fstrong> é colocado dentro do útero e existe em duas versões:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>DIU hormonal\u003C\u002Fstrong> (levonorgestrel): libera hormônio localmente; a bula brasileira foi atualizada e ele protege por até \u003Cstrong>8 anos\u003C\u002Fstrong> para contracepção (para o tratamento de fluxo intenso, a recomendação segue sendo de até 5 anos).\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>DIU de cobre\u003C\u002Fstrong>: não tem hormônio nenhum; age pelo efeito do cobre sobre os espermatozoides e dura até \u003Cstrong>10 anos\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Todos têm eficácia \u003Cstrong>superior a 99%\u003C\u002Fstrong>, com taxas de falha muito baixas — bem menores que as da pílula, justamente porque não dependem do uso correto todos os dias.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como cada um funciona\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O Implanon previne a gravidez principalmente \u003Cstrong>inibindo a ovulação\u003C\u002Fstrong>, além de tornar o \u003Cstrong>muco cervical mais espesso\u003C\u002Fstrong>, dificultando a passagem dos espermatozoides. O DIU hormonal age sobretudo de forma local, espessando o muco e afinando o endométrio, com menor interferência na ovulação. Já o DIU de cobre \u003Cstrong>não usa hormônios\u003C\u002Fstrong>: o cobre cria um ambiente que dificulta a mobilidade e a viabilidade dos espermatozoides, prejudicando a fecundação.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Hormônios e fluxo menstrual\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Essa costuma ser a parte que mais pesa na decisão.\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Quem \u003Cstrong>prefere evitar hormônios\u003C\u002Fstrong> geralmente se identifica com o \u003Cstrong>DIU de cobre\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Quem busca \u003Cstrong>redução do fluxo menstrual\u003C\u002Fstrong> tende a se beneficiar do \u003Cstrong>DIU hormonal\u003C\u002Fstrong> ou do \u003Cstrong>implante\u003C\u002Fstrong>, que costumam diminuir ou suspender a menstruação.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Vale um aviso importante e transparente: o padrão de sangramento pode mudar bastante com métodos só de progestagênio, como o Implanon. Cerca de \u003Cstrong>1 em cada 5 mulheres\u003C\u002Fstrong> fica sem menstruar, enquanto uma parcela parecida pode apresentar sangramentos \u003Cstrong>irregulares, frequentes ou prolongados\u003C\u002Fstrong>, principalmente nos primeiros meses. Não é sinal de problema, mas é a principal razão pela qual algumas pacientes decidem trocar de método. Já o DIU de cobre pode, ao contrário, \u003Cstrong>aumentar o fluxo e as cólicas\u003C\u002Fstrong>, sobretudo nos primeiros meses.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Efeitos, contraindicações e segurança\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Os efeitos adversos mais relatados com o implante incluem \u003Cstrong>alterações no sangramento\u003C\u002Fstrong>, dor de cabeça, sensibilidade nas mamas, acne, variações de humor e mudanças de peso. Muitos sintomas tendem a melhorar ao longo dos primeiros meses.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Como o Implanon e o DIU hormonal \u003Cstrong>não contêm estrogênio\u003C\u002Fstrong>, costumam ser opções consideradas para mulheres que não podem usar estrogênio — por exemplo, em casos de enxaqueca com aura ou histórico de trombose. Ainda assim, existem \u003Cstrong>contraindicações\u003C\u002Fstrong> que precisam ser avaliadas individualmente, como gravidez confirmada ou suspeita, câncer de mama atual ou prévio, doença hepática grave e sangramento vaginal sem causa esclarecida. O DIU de cobre, por sua vez, é uma alternativa para quem deseja contracepção sem qualquer hormônio, mas também tem suas próprias contraindicações. Por isso, a indicação sempre passa por uma \u003Cstrong>avaliação médica\u003C\u002Fstrong> que considera seu histórico de saúde.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>É importante lembrar que \u003Cstrong>nenhum desses métodos protege contra infecções sexualmente transmissíveis\u003C\u002Fstrong> — o preservativo continua necessário para essa finalidade.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>E a fertilidade depois?\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Uma dúvida muito comum e legítima: ambos são \u003Cstrong>totalmente reversíveis\u003C\u002Fstrong>. Após a retirada do implante, o etonogestrel é eliminado rapidamente do organismo (em geral indetectável já na primeira semana) e a fertilidade tende a \u003Cstrong>retornar logo\u003C\u002Fstrong> — em estudos, gestações ocorreram já nas primeiras semanas após a remoção. Com o DIU, a fertilidade também volta assim que ele é retirado. Ou seja, escolher um LARC não compromete a sua chance de engravidar no futuro.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>A decisão é individual\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Não existe um método universalmente melhor — existe o melhor para você, neste momento da sua vida. A escolha leva em conta se você quer ou não hormônios, como prefere lidar com a menstruação, seu histórico de saúde, planos de gestação e até a sua tranquilidade com a inserção no braço ou no útero. Em consulta, conversamos sobre tudo isso com calma, esclarecemos suas dúvidas e indicamos a opção mais adequada para o seu caso. O mais importante é que a decisão seja sua, bem informada e sem pressa.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Quer saber mais sobre Implanon? Conheça o \u003Ca href=\"\u002Ftreatment\u002Fimplanon\">tratamento de Implanon na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":22,"title":23,"credentials":24,"image":27,"thumbnail":28,"description":29},"Dra.","Ginecologista",[25,26],"CRM-PR 39.552","RQE 34.292","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fmelissa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fmelissa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Melissa Amoroso é ginecologista e Diretora Técnica da Clínica Femi Saúde. Dedica-se ao cuidado da mulher em todas as fases da vida, da primeira menstruação à menopausa, com foco em medicina preventiva: consultas de rotina, preventivo do colo do útero e orientação individualizada.\n\nEm contracepção, oferece aconselhamento para a escolha do método mais adequado a cada paciente e realiza a inserção de DIU (hormonal e de cobre) e do Implanon®, além da laqueadura.\n\nÉ especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, com fellow em videolaparoscopia e histeroscopia. Realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica — para investigar e tratar sangramentos uterinos anormais, pólipos e miomas — e cirurgias por vídeo, como histerectomia e remoção de cistos de ovário e miomas, com atenção especial à endometriose.\n\nNa ginecologia regenerativa e estética íntima, cuida da saúde íntima com laser de CO2 fracionado e radiofrequência e realiza cirurgias íntimas, como a ninfoplastia a laser, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e a confiança de suas pacientes.",[31,43,54,65],{"slug":32,"title":33,"description":34,"date":35,"image":36,"imageAlt":37,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":38,"readTime":41,"path":42},"quanto-tempo-dura-o-implanon","Quanto tempo dura o Implanon? E o que fazer quando vence","O Implanon protege contra a gravidez por até 3 anos. 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Ginecologia em Curitiba.","2026-08-29","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fimplanon-depois-dos-40-ate-quando-usar.jpg","Mulher adulta conversa sobre contracepção e mostra a parte interna do braço à médica.",[73,74,51],"Implanon depois dos 40","anticoncepcional na perimenopausa","\u002Fblog\u002Fimplanon-depois-dos-40-ate-quando-usar",1790735100626]