[{"data":1,"prerenderedAt":84},["ShallowReactive",2],{"blog-post:nic-1-nic-2-e-teste-de-schiller":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"nic-1-nic-2-e-teste-de-schiller","NIC 1, NIC 2 e teste de Schiller: entenda o resultado","Recebeu NIC 1, NIC 2 ou teste de Schiller alterado? Entenda o que são as lesões precursoras do colo do útero, o que o resultado significa e como é o tratamento.","2026-08-24","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fnic-1-nic-2-e-teste-de-schiller.jpg","Ilustração de microscópio, pasta do preventivo e calendário de acompanhamento.","ginecologia","Dra. Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[14,15,16,17],"nic 1","nic 2","teste de schiller","lesão no colo do útero",5,1027,"\u002Fblog\u002Fnic-1-nic-2-e-teste-de-schiller","\u003Cp>Receber um laudo com \u003Cstrong>NIC 1\u003C\u002Fstrong>, \u003Cstrong>NIC 2\u003C\u002Fstrong> ou \u003Cstrong>&quot;teste de Schiller positivo&quot;\u003C\u002Fstrong> costuma gerar muito medo — e muitas dúvidas. A primeira coisa a saber é que \u003Cstrong>NIC não é câncer\u003C\u002Fstrong>. É uma alteração nas células do colo do útero que, justamente por ser identificada cedo, pode ser acompanhada ou tratada antes de evoluir. É para isso que existe o rastreio com o preventivo.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Neste guia, explicamos o caminho do diagnóstico, o que significa cada grau de NIC, o que é o teste de Schiller e quais são as condutas mais comuns.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O caminho até o diagnóstico\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Em geral, a investigação segue uma sequência:\u003C\u002Fp>\n\u003Col>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Preventivo (Papanicolau)\u003C\u002Fstrong>: exame de rastreio que coleta células do colo do útero. Quando mostra alguma alteração, o próximo passo é a colposcopia. Saiba mais em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fpapanicolau-para-que-serve-e-quando-fazer\">Papanicolau: para que serve e quando fazer\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Colposcopia\u003C\u002Fstrong>: exame em que a médica observa o colo do útero com uma lente de aumento, aplicando algumas soluções para destacar áreas alteradas. Veja \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fcolposcopia-o-que-e-e-quando-e-indicada\">colposcopia: o que é e quando é indicada\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Biópsia\u003C\u002Fstrong>: se houver uma área suspeita, retira-se um pequeno fragmento para análise. É a biópsia que define o diagnóstico de NIC.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Fol>\n\u003Ch2>O que é NIC\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>\u003Cstrong>NIC\u003C\u002Fstrong> significa \u003Cstrong>neoplasia intraepitelial cervical\u003C\u002Fstrong>. Apesar do nome assustador, trata-se de uma \u003Cstrong>lesão precursora\u003C\u002Fstrong>: as células da superfície do colo apresentam alterações, mas \u003Cstrong>não invadem\u003C\u002Fstrong> os tecidos mais profundos. Por isso, não é câncer.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>A principal causa da NIC é a infecção persistente pelo \u003Cstrong>HPV\u003C\u002Fstrong>, especialmente pelos tipos de alto risco. Entenda melhor em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fhpv-tem-cura-entenda-a-infeccao\">HPV tem cura?\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>A NIC é classificada em graus, conforme a espessura do epitélio que está alterada:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>NIC 1\u003C\u002Fstrong>: alteração leve, também chamada de \u003Cstrong>lesão de baixo grau\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>NIC 2\u003C\u002Fstrong>: alteração moderada\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>NIC 3\u003C\u002Fstrong>: alteração acentuada\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>NIC 2 e NIC 3 são agrupadas como \u003Cstrong>lesões de alto grau\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\n\u003Caside class=\"post-inline-cta\">\u003Cp>\u003Cstrong>Ficou com alguma dúvida?\u003C\u002Fstrong> Agende uma avaliação com Dra. Melissa Amoroso na Femi Saúde, no Park Shopping Barigüi.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agendar pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003C\u002Faside>\u003Ch2>NIC 1: o que fazer\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A NIC 1 geralmente reflete uma infecção pelo HPV que o próprio organismo tende a controlar. Na maioria das mulheres, \u003Cstrong>a lesão regride espontaneamente\u003C\u002Fstrong>, sem tratamento. Por isso, a conduta mais comum é o \u003Cstrong>acompanhamento\u003C\u002Fstrong>, com repetição do preventivo e, quando indicado, da colposcopia em intervalos definidos pela médica.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>O tratamento pode ser considerado quando a lesão persiste por muito tempo ou em situações específicas, avaliadas caso a caso.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>NIC 2 e NIC 3: o tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>As lesões de alto grau têm maior chance de progredir ao longo dos anos se não forem tratadas. Por isso, na maioria dos casos, o tratamento é indicado. O procedimento mais usado é a \u003Cstrong>excisão da zona de transformação (EZT)\u003C\u002Fstrong>, também conhecida como \u003Cstrong>CAF\u003C\u002Fstrong> ou cirurgia de alta frequência: com uma alça elétrica fina, a médica retira a área alterada do colo.\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Costuma ser feita com \u003Cstrong>anestesia local\u003C\u002Fstrong>, em ambiente ambulatorial\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>É rápida, e a mulher volta para casa no mesmo dia\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>O material retirado é analisado para confirmar o diagnóstico e verificar se as margens estão livres\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Em alguns casos, pode ser indicada a \u003Cstrong>conização\u003C\u002Fstrong>, que retira uma porção um pouco maior do colo.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Em \u003Cstrong>mulheres jovens\u003C\u002Fstrong> com NIC 2, especialmente as que desejam engravidar, algumas diretrizes admitem, em situações selecionadas, o \u003Cstrong>acompanhamento rigoroso\u003C\u002Fstrong> em vez do tratamento imediato, já que parte dessas lesões também regride. Essa decisão é sempre individual.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Depois do tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O acompanhamento continua sendo essencial: são feitos preventivos e, muitas vezes, testes de HPV e colposcopias de controle nos meses e anos seguintes, para garantir que a lesão não voltou.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Sobre gravidez: o tratamento \u003Cstrong>não impede\u003C\u002Fstrong> uma gestação futura. Algumas pesquisas mostram um pequeno aumento do risco de parto prematuro após procedimentos no colo, sobretudo quando é retirada uma porção maior. Por isso, é importante informar o seu obstetra sobre o tratamento anterior.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que é o teste de Schiller\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O \u003Cstrong>teste de Schiller\u003C\u002Fstrong> é feito durante a colposcopia. A médica aplica no colo do útero uma solução de \u003Cstrong>iodo (lugol)\u003C\u002Fstrong>:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>O epitélio \u003Cstrong>normal\u003C\u002Fstrong> absorve o iodo e fica com uma cor \u003Cstrong>marrom-escura\u003C\u002Fstrong> — é chamado de \u003Cstrong>iodo-positivo\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Áreas que \u003Cstrong>não coram\u003C\u002Fstrong> e ficam amareladas ou claras são chamadas de \u003Cstrong>iodo-negativas\u003C\u002Fstrong>, e podem indicar alguma alteração.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Muitos laudos registram a presença de áreas iodo-negativas como \u003Cstrong>&quot;teste de Schiller positivo&quot;\u003C\u002Fstrong>. Esse resultado \u003Cstrong>não é um diagnóstico\u003C\u002Fstrong>: áreas que não coram podem corresponder a inflamações, a um epitélio mais fino ou a outras alterações benignas. O que ele faz é \u003Cstrong>mostrar onde a médica deve olhar com mais atenção\u003C\u002Fstrong> e, se necessário, fazer a biópsia.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Na colposcopia, também se usa o \u003Cstrong>ácido acético\u003C\u002Fstrong>, que deixa esbranquiçadas as áreas com alterações celulares, complementando a avaliação.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>É possível prevenir?\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Sim, em grande parte:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Vacina contra o HPV\u003C\u002Fstrong>, que protege contra os tipos mais associados às lesões — veja \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fvacina-hpv-quem-pode-tomar\">vacina HPV: quem pode tomar\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Preventivo em dia\u003C\u002Fstrong>, conforme a orientação médica para a sua idade\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Uso de preservativo\u003C\u002Fstrong>, que reduz a transmissão do HPV\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Não fumar\u003C\u002Fstrong>, já que o tabagismo dificulta a eliminação do vírus\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Perguntas frequentes\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>\u003Cstrong>NIC vira câncer?\u003C\u002Fstrong> A maioria das lesões não evolui para câncer — muitas regridem sozinhas, e as de alto grau são tratadas antes. O acompanhamento é o que garante essa segurança.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>\u003Cstrong>Tenho NIC. Meu parceiro precisa se tratar?\u003C\u002Fstrong> O HPV é muito comum e, em geral, não há tratamento específico para o parceiro sem lesões. Vale conversar sobre isso na consulta.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>\u003Cstrong>Ferida no colo do útero é a mesma coisa que NIC?\u003C\u002Fstrong> Não. Muitas vezes, a chamada &quot;ferida&quot; é uma ectopia, uma condição benigna — entenda em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fferida-no-colo-do-utero-ectropio\">ferida no colo do útero (ectrópio)\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Receber um resultado alterado assusta, mas lembre-se: identificar a lesão cedo é exatamente o objetivo do rastreio. Com uma avaliação cuidadosa e o acompanhamento certo, é possível cuidar do seu colo do útero com segurança e tranquilidade.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fginecologia\">Ginecologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dra.","Ginecologista",[26,27],"CRM-PR 39.552","RQE 34.292","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fmelissa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fmelissa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Melissa Amoroso é ginecologista e Diretora Técnica da Clínica Femi Saúde. Dedica-se ao cuidado da mulher em todas as fases da vida, da primeira menstruação à menopausa, com foco em medicina preventiva: consultas de rotina, preventivo do colo do útero e orientação individualizada.\n\nEm contracepção, oferece aconselhamento para a escolha do método mais adequado a cada paciente e realiza a inserção de DIU (hormonal e de cobre) e do Implanon®, além da laqueadura.\n\nÉ especialista em cirurgia ginecológica minimamente invasiva, com fellow em videolaparoscopia e histeroscopia. Realiza histeroscopia diagnóstica e cirúrgica — para investigar e tratar sangramentos uterinos anormais, pólipos e miomas — e cirurgias por vídeo, como histerectomia e remoção de cistos de ovário e miomas, com atenção especial à endometriose.\n\nNa ginecologia regenerativa e estética íntima, cuida da saúde íntima com laser de CO2 fracionado e radiofrequência e realiza cirurgias íntimas, como a ninfoplastia a laser, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e a confiança de suas pacientes.",[32,47,59,71],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":41,"readTime":45,"path":46},"coceira-vaginal-causas","Coceira vaginal: causas e quando procurar a ginecologista","Coceira na vagina pode ser candidíase, alergia, líquen escleroso e outras causas. Veja como diferenciar, o que fazer, o que evitar e quando procurar atendimento.","2026-09-21","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fcoceira-vaginal-causas.jpg","Toalha macia, tecido de algodão e frasco neutro representam cuidados delicados com a pele.","Dra. Vanessa Amoroso","dra-vanessa-amoroso",[42,43,44],"coceira vaginal","coceira na vagina","coceira no clitóris",6,"\u002Fblog\u002Fcoceira-vaginal-causas",{"slug":48,"title":49,"description":50,"date":51,"image":52,"imageAlt":53,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":54,"readTime":18,"path":58},"dor-no-pe-da-barriga-em-mulheres","Dor no pé da barriga em mulheres: principais causas","Dor no pé da barriga pode ter causas ginecológicas, urinárias ou intestinais. Veja as mais comuns, os sinais de alerta de emergência e quando procurar atendimento.","2026-09-13","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fdor-no-pe-da-barriga-em-mulheres.jpg","Mulher sente desconforto na parte baixa do abdome e considera buscar orientação.",[55,56,57],"dor no pé da barriga","dor pélvica","cólica fora do período menstrual","\u002Fblog\u002Fdor-no-pe-da-barriga-em-mulheres",{"slug":60,"title":61,"description":62,"date":63,"image":64,"imageAlt":65,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":66,"readTime":18,"path":70},"endometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento","Endometriose profunda: o que é, sintomas e como é tratada","Entenda o que é endometriose profunda, quais sintomas causa, como é diagnosticada e quando a cirurgia é indicada. Orientações da Femi Saúde, em Curitiba.","2026-09-12","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fendometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento.jpg","Ilustração editorial de mulher com desconforto pélvico e formas sobrepostas ao fundo.",[67,68,69],"endometriose profunda","sintomas de endometriose","cirurgia de endometriose","\u002Fblog\u002Fendometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento",{"slug":72,"title":73,"description":74,"date":75,"image":76,"imageAlt":77,"category":10,"author":39,"authorSlug":40,"tags":78,"readTime":82,"path":83},"gestrinona-chip-da-beleza-riscos","Gestrinona (chip da beleza): o que é, riscos e regras","Entenda o que é a gestrinona, por que o implante hormonal ficou conhecido como chip da beleza, quais são os riscos e o que dizem o CFM e a Anvisa.","2026-09-10","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fgestrinona-chip-da-beleza-riscos.jpg","Implantes hormonais demonstrativos sob uma lupa, ao lado de documentos de avaliação médica.",[79,80,81],"gestrinona","chip da beleza","implante hormonal",4,"\u002Fblog\u002Fgestrinona-chip-da-beleza-riscos",1790735076696]