[{"data":1,"prerenderedAt":84},["ShallowReactive",2],{"blog-post:ureaplasma-e-mycoplasma":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"ureaplasma-e-mycoplasma","Ureaplasma e Mycoplasma: o que são e quando tratar","Recebeu ureaplasma ou mycoplasma no exame? Entenda a diferença entre bactérias da flora normal e o Mycoplasma genitalium, que é uma IST, e quando é preciso tratar.","2026-07-11","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fureaplasma-e-mycoplasma.jpg","Ilustração de materiais de laboratório, micro-organismos abstratos e pasta de resultados.","ginecologia","Dra. Vanessa Amoroso","dra-vanessa-amoroso",[14,15,16,17],"ureaplasma","mycoplasma","ureaplasma parvum","mycoplasma genitalium",5,1020,"\u002Fblog\u002Fureaplasma-e-mycoplasma","\u003Cp>Receber um exame com o resultado \u003Cstrong>&quot;ureaplasma detectado&quot;\u003C\u002Fstrong> ou \u003Cstrong>&quot;mycoplasma positivo&quot;\u003C\u002Fstrong> costuma assustar. Muitas mulheres fazem esses testes em painéis de PCR para infecções genitais e, ao ler o laudo, imaginam uma infecção grave ou uma traição. Mas a realidade é mais tranquila e cheia de nuances: \u003Cstrong>ureaplasma e mycoplasma\u003C\u002Fstrong> são nomes de bactérias diferentes, e nem todas têm o mesmo significado para a saúde.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Neste guia, explicamos o que são essas bactérias, quando elas realmente causam doença, por que o \u003Cstrong>ureaplasma parvum\u003C\u002Fstrong> aparece tanto nos exames e quando é preciso tratar.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que são ureaplasma e mycoplasma\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>São bactérias muito pequenas, da mesma família, que podem viver no trato genital e urinário. As mais citadas nos exames são:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cem>\u003Cstrong>Mycoplasma genitalium\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cem>\u003Cstrong>Mycoplasma hominis\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cem>\u003Cstrong>Ureaplasma urealyticum\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cem>\u003Cstrong>Ureaplasma parvum\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fem>\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>A diferença entre elas é fundamental: \u003Cstrong>apenas o \u003Cem>Mycoplasma genitalium\u003C\u002Fem> é considerado, de forma clara, uma infecção sexualmente transmissível\u003C\u002Fstrong> que causa doença. As outras são encontradas com frequência na \u003Cstrong>flora genital normal\u003C\u002Fstrong> de muitas mulheres sexualmente ativas, sem causar sintomas.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Mycoplasma genitalium: uma IST que precisa de tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O \u003Cem>Mycoplasma genitalium\u003C\u002Fem> é transmitido pela relação sexual e pode causar:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Cervicite\u003C\u002Fstrong>: inflamação do colo do útero, com corrimento, sangramento após a relação ou entre as menstruações\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Uretrite\u003C\u002Fstrong>: ardência ao urinar\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Doença inflamatória pélvica\u003C\u002Fstrong>: infecção que sobe para o útero e as trompas, com dor no baixo ventre\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Nos homens, uretrite, com ardência e secreção\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Muitas vezes, porém, a infecção \u003Cstrong>não dá sintomas\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Quando testar\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>O teste para \u003Cem>M. genitalium\u003C\u002Fem> costuma ser indicado quando há \u003Cstrong>sintomas\u003C\u002Fstrong> (como cervicite ou doença inflamatória pélvica sem outra causa encontrada), quando a \u003Cstrong>parceria tem diagnóstico\u003C\u002Fstrong> confirmado ou em situações específicas avaliadas pela médica.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Tratamento\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>O tratamento é feito com \u003Cstrong>antibióticos específicos\u003C\u002Fstrong>, escolhidos pela médica. Um cuidado importante é que essa bactéria tem apresentado \u003Cstrong>resistência crescente a alguns antibióticos\u003C\u002Fstrong>, por isso o esquema deve seguir as recomendações atualizadas — e, às vezes, é feito em etapas. Além disso:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>A \u003Cstrong>parceria sexual\u003C\u002Fstrong> deve ser avaliada e tratada\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>É recomendado \u003Cstrong>evitar relações\u003C\u002Fstrong> até o fim do tratamento de ambos\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Em alguns casos, a médica pode pedir um teste de controle\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Caside class=\"post-inline-cta\">\u003Cp>\u003Cstrong>Ficou com alguma dúvida?\u003C\u002Fstrong> Agende uma avaliação com Dra. Vanessa Amoroso na Femi Saúde, no Park Shopping Barigüi.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agendar pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003C\u002Faside>\u003Ch2>Ureaplasma e Mycoplasma hominis: na maioria das vezes, fazem parte da flora\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O \u003Cem>Ureaplasma urealyticum\u003C\u002Fem>, o \u003Cem>Ureaplasma parvum\u003C\u002Fem> e o \u003Cem>Mycoplasma hominis\u003C\u002Fem> são encontrados em uma parcela grande de mulheres saudáveis, sem nenhum sintoma. Por isso, as principais diretrizes internacionais, como as do \u003Cstrong>CDC\u003C\u002Fstrong> (o centro de controle de doenças dos Estados Unidos), \u003Cstrong>não recomendam\u003C\u002Fstrong> pesquisar nem tratar essas bactérias de rotina em mulheres \u003Cstrong>sem sintomas\u003C\u002Fstrong>.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Encontrá-las em um exame, portanto, \u003Cstrong>não significa necessariamente infecção\u003C\u002Fstrong> — e não significa, por si só, que houve traição.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Quando podem ter importância\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Há situações em que a médica pode considerar a investigação ou o tratamento, sempre de forma individualizada:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Sintomas persistentes\u003C\u002Fstrong> (como corrimento, ardência ou dor pélvica) em que outras causas foram descartadas\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Alguns contextos da \u003Cstrong>gestação\u003C\u002Fstrong> e da \u003Cstrong>investigação de infertilidade\u003C\u002Fstrong>, em que o papel dessas bactérias ainda é \u003Cstrong>discutido\u003C\u002Fstrong> entre especialistas e as condutas variam\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Nesses casos, a decisão depende da história clínica, dos exames e das recomendações mais atuais.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Por que o &quot;ureaplasma parvum&quot; aparece tanto nos exames\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Os \u003Cstrong>painéis de PCR\u003C\u002Fstrong> para infecções genitais se tornaram comuns e detectam, ao mesmo tempo, várias bactérias — inclusive aquelas que costumam fazer parte da flora normal. O resultado é que muitas mulheres recebem um laudo com \u003Cstrong>&quot;ureaplasma parvum detectado&quot;\u003C\u002Fstrong> sem ter qualquer sintoma.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Se isso aconteceu com você:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Não se desespere\u003C\u002Fstrong>: esse achado é frequente em mulheres saudáveis\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Não se automedique\u003C\u002Fstrong> com antibióticos: o uso desnecessário causa efeitos colaterais, desequilibra a flora vaginal e favorece a resistência bacteriana\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Leve o exame à consulta\u003C\u002Fstrong>: a médica vai avaliar se você tem sintomas, se há outras bactérias relevantes no painel (como o \u003Cem>M. genitalium\u003C\u002Fem>, clamídia ou gonorreia) e se existe alguma situação específica que justifique tratamento\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Sintomas que merecem avaliação\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Independentemente do exame, procure a ginecologista se você tiver:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Corrimento\u003C\u002Fstrong> com cor, cheiro ou quantidade diferentes do habitual — veja \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fcorrimento-amarelo-o-que-pode-ser\">corrimento amarelo: o que pode ser\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Ardência ao urinar\u003C\u002Fstrong> — que também pode ser infecção urinária; veja \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fcistite-e-infeccao-urinaria-na-mulher\">cistite e infecção urinária\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Sangramento após a relação\u003C\u002Fstrong> ou entre as menstruações\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Dor no pé da barriga\u003C\u002Fstrong> ou na relação sexual — veja \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fdor-no-pe-da-barriga-em-mulheres\">dor no pé da barriga em mulheres\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Febre acompanhada de dor pélvica\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Esses sintomas podem ter várias causas, e a investigação completa ajuda a chegar ao diagnóstico certo. Entenda também as diferentes inflamações da região em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fvulvovaginite-o-que-e\">vulvovaginite: tipos, sintomas e tratamento\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como prevenir\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Usar \u003Cstrong>preservativo\u003C\u002Fstrong> nas relações, especialmente com parcerias novas ou múltiplas\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Fazer o \u003Cstrong>rastreio de ISTs\u003C\u002Fstrong> quando indicado pela médica\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Tratar a parceria quando houver diagnóstico de \u003Cem>M. genitalium\u003C\u002Fem> ou de outras ISTs\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Evitar duchas vaginais, que desequilibram a flora\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Perguntas frequentes\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>\u003Cstrong>Ureaplasma é doença sexualmente transmissível?\u003C\u002Fstrong> O ureaplasma pode ser transmitido pelo contato sexual, mas, na maioria das pessoas, vive na flora genital sem causar doença. Por isso, ele não é tratado como uma IST de rotina.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>\u003Cstrong>Mycoplasma e ureaplasma são a mesma coisa?\u003C\u002Fstrong> Não. São bactérias da mesma família, mas com importâncias diferentes. O \u003Cem>Mycoplasma genitalium\u003C\u002Fem> é o que tem papel mais claro como causa de doença.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>\u003Cstrong>Meu parceiro precisa se tratar?\u003C\u002Fstrong> Quando o diagnóstico é de \u003Cem>M. genitalium\u003C\u002Fem>, sim. Para ureaplasma e \u003Cem>M. hominis\u003C\u002Fem> sem sintomas, em geral não — mas a conduta deve ser discutida em consulta.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>\u003Cstrong>Ureaplasma impede de engravidar?\u003C\u002Fstrong> Esse é um tema ainda em estudo. Se você está tentando engravidar e recebeu esse resultado, converse com a sua médica sobre o seu caso específico.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Um resultado de exame deve ser interpretado junto com a sua história e os seus sintomas. Se você recebeu um laudo com ureaplasma ou mycoplasma e ficou com dúvidas, uma consulta ginecológica ajuda a entender o que ele significa para você — e a evitar tanto a preocupação quanto o tratamento desnecessários.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fginecologia\">Ginecologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dra.","Ginecologista e Mastologista",[26,27],"CRM-PR 29.243","RQE 18.893","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fvanessa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fvanessa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Vanessa Amoroso é ginecologista e mastologista e Diretora Médica da Clínica Femi Saúde. Sua abordagem é completa e acolhedora: acompanha a saúde da mulher com consultas de rotina, exames preventivos e aconselhamento sobre métodos anticoncepcionais, como DIU e implantes.\n\nÉ especialista em estética íntima e ginecologia regenerativa, que utiliza tecnologias modernas para restaurar e revitalizar a saúde vaginal. Realiza tratamentos com laser e radiofrequência e cirurgias íntimas que devolvem conforto e autoestima, e trata a incontinência urinária de forma eficaz e minimamente invasiva.\n\nNa ginecologia endócrina, oferece suporte para questões hormonais, como menopausa e síndrome ovariana metabólica poliendócrina (SOMP), e acompanha questões de sexualidade, ajudando a melhorar a qualidade de vida em todas as fases.\n\nNa mastologia, dedica-se à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de condições como nódulos, cistos e dores mamárias, incluindo cirurgias de reconstrução mamária — sempre com o objetivo de devolver às pacientes não apenas a saúde, mas também a confiança e o bem-estar.",[32,45,59,71],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":39,"readTime":43,"path":44},"coceira-vaginal-causas","Coceira vaginal: causas e quando procurar a ginecologista","Coceira na vagina pode ser candidíase, alergia, líquen escleroso e outras causas. 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Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[55,56,57],"dor no pé da barriga","dor pélvica","cólica fora do período menstrual","\u002Fblog\u002Fdor-no-pe-da-barriga-em-mulheres",{"slug":60,"title":61,"description":62,"date":63,"image":64,"imageAlt":65,"category":10,"author":52,"authorSlug":53,"tags":66,"readTime":18,"path":70},"endometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento","Endometriose profunda: o que é, sintomas e como é tratada","Entenda o que é endometriose profunda, quais sintomas causa, como é diagnosticada e quando a cirurgia é indicada. 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