[{"data":1,"prerenderedAt":84},["ShallowReactive",2],{"blog-post:vulvovaginite-o-que-e":3},{"slug":4,"title":5,"description":6,"date":7,"image":8,"imageAlt":9,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":13,"readTime":18,"wordCount":19,"path":20,"html":21,"authorDoctor":22,"related":31},"vulvovaginite-o-que-e","Vulvovaginite: tipos, sintomas e tratamento","Vulvovaginite é a inflamação da vulva e da vagina. Compare os tipos — candidíase, vaginose, tricomoníase, atrófica e irritativa —, os sintomas e os tratamentos.","2026-08-10","\u002Fimages\u002Fblog\u002Fphotos\u002Fvulvovaginite-o-que-e.jpg","Ilustração de avaliação ginecológica e investigação das diferentes causas de sintomas.","ginecologia","Dra. Vanessa Amoroso","dra-vanessa-amoroso",[14,15,16,17],"vulvovaginite","candidíase","vaginose","tricomoníase",6,1155,"\u002Fblog\u002Fvulvovaginite-o-que-e","\u003Cp>\u003Cstrong>Vulvovaginite\u003C\u002Fstrong> é o nome médico para a inflamação da \u003Cstrong>vulva\u003C\u002Fstrong> (a parte externa da região íntima) e da \u003Cstrong>vagina\u003C\u002Fstrong>. É uma das condições mais comuns da ginecologia — praticamente toda mulher terá pelo menos um episódio ao longo da vida. Coceira, ardência, corrimento diferente do habitual, vermelhidão e desconforto na relação são os sinais mais frequentes.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Mas &quot;vulvovaginite&quot; não é uma doença única: é um termo que reúne várias causas, de infecções a alergias e alterações hormonais. Cada uma tem características próprias e um tratamento diferente. Neste guia, explicamos os tipos, como diferenciá-los e quando procurar a ginecologista.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>O que é vulvovaginite\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>A vagina tem uma flora própria, formada principalmente por \u003Cstrong>lactobacilos\u003C\u002Fstrong>, que mantêm o ambiente levemente ácido e protegem contra micro-organismos. Quando esse equilíbrio se altera — por uma infecção, pela queda dos hormônios, por irritação ou por outros fatores —, a mucosa e a pele da vulva podem inflamar. O resultado é a vulvovaginite.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>Os sintomas mais comuns são:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Coceira\u003C\u002Fstrong> e ardência na vulva e na vagina\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Corrimento\u003C\u002Fstrong> com cor, cheiro ou consistência diferentes do habitual\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Vermelhidão\u003C\u002Fstrong> e inchaço\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Ardência ao urinar\u003C\u002Fstrong>, principalmente quando a urina toca a pele irritada\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Dor ou desconforto na relação sexual\u003C\u002Fstrong>\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Tipos de vulvovaginite\u003C\u002Fh2>\n\u003Ch3>Infecciosas\u003C\u002Fh3>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Candidíase\u003C\u002Fstrong>: causada por fungos (principalmente \u003Cem>Candida albicans\u003C\u002Fem>). É a principal causa de coceira intensa, com corrimento branco e grumoso. Não é considerada uma infecção sexualmente transmissível. Saiba mais em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fcandidiase-sintomas-causas-e-tratamento\">candidíase: sintomas, causas e tratamento\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Tricomoníase\u003C\u002Fstrong>: infecção sexualmente transmissível causada por um protozoário, com corrimento amarelo-esverdeado, às vezes espumoso, cheiro forte e muita irritação. Exige tratamento da parceria.\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch3>Vaginose bacteriana: um caso à parte\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>A \u003Cstrong>vaginose bacteriana\u003C\u002Fstrong> é uma das causas mais comuns de corrimento, mas, tecnicamente, é um \u003Cstrong>desequilíbrio\u003C\u002Fstrong> das bactérias da vagina, com pouca inflamação — por isso o nome &quot;vaginose&quot;, e não &quot;vaginite&quot;. O sintoma principal é o corrimento acinzentado com \u003Cstrong>cheiro de peixe\u003C\u002Fstrong>, que piora após a relação. Ela faz parte do diagnóstico diferencial de toda vulvovaginite. Veja \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fvaginose-bacteriana-sintomas-e-tratamento\">vaginose bacteriana: sintomas e tratamento\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Atrófica\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Na \u003Cstrong>menopausa\u003C\u002Fstrong> e em outras situações de baixo estrogênio (como a amamentação), a mucosa fica mais fina, seca e sensível, o que pode causar ardência, coceira, pequeno corrimento e dor na relação. Saiba mais em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fatrofia-vaginal-sindrome-geniturinaria-da-menopausa\">atrofia vaginal na menopausa\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Irritativa ou alérgica (dermatite de contato)\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>É causada por produtos que entram em contato com a região: sabonetes perfumados, duchas, lenços umedecidos, absorventes com perfume, lubrificantes, espermicidas, amaciantes e até alguns medicamentos tópicos. Provoca vermelhidão, ardência e coceira, geralmente sem corrimento importante. Veja o que usar em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fsabonete-intimo-ph-vaginal-e-odor\">sabonete íntimo, pH vaginal e odor\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch3>Em crianças\u003C\u002Fh3>\n\u003Cp>Nas meninas antes da puberdade, a pele da região é fina e sem a proteção do estrogênio. As causas mais comuns são \u003Cstrong>higiene inadequada\u003C\u002Fstrong> (como limpar de trás para frente), \u003Cstrong>irritação\u003C\u002Fstrong> por sabonetes e roupas, \u003Cstrong>verminose por oxiúros\u003C\u002Fstrong> (que causa coceira anal e vulvar, principalmente à noite) e, mais raramente, \u003Cstrong>corpo estranho\u003C\u002Fstrong> na vagina. Corrimento persistente ou com sangue em crianças deve sempre ser avaliado.\u003C\u002Fp>\n\u003Caside class=\"post-inline-cta\">\u003Cp>\u003Cstrong>Ficou com alguma dúvida?\u003C\u002Fstrong> Agende uma avaliação com Dra. Vanessa Amoroso na Femi Saúde, no Park Shopping Barigüi.\u003C\u002Fp>\u003Cp>\u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agendar pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>\u003C\u002Fp>\u003C\u002Faside>\u003Ch2>Como diferenciar os principais tipos\u003C\u002Fh2>\n\u003Ctable>\n\u003Cthead>\n\u003Ctr>\n\u003Cth>Tipo\u003C\u002Fth>\n\u003Cth>Corrimento\u003C\u002Fth>\n\u003Cth>Cheiro\u003C\u002Fth>\n\u003Cth>Coceira\u003C\u002Fth>\n\u003Cth>Principais pistas\u003C\u002Fth>\n\u003C\u002Ftr>\n\u003C\u002Fthead>\n\u003Ctbody>\u003Ctr>\n\u003Ctd>Candidíase\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Branco, grumoso, &quot;leite coalhado&quot;\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Geralmente sem cheiro forte\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Intensa\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Vermelhidão, inchaço; piora após antibióticos\u003C\u002Ftd>\n\u003C\u002Ftr>\n\u003Ctr>\n\u003Ctd>Vaginose bacteriana\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Fino, branco-acinzentado\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Forte, de peixe\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Leve ou ausente\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Odor piora após a relação e na menstruação\u003C\u002Ftd>\n\u003C\u002Ftr>\n\u003Ctr>\n\u003Ctd>Tricomoníase\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Amarelo-esverdeado, às vezes espumoso\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Forte\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Moderada a intensa\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>IST; ardência ao urinar; parceria afetada\u003C\u002Ftd>\n\u003C\u002Ftr>\n\u003Ctr>\n\u003Ctd>Atrófica\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Pouco, às vezes amarelado\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Geralmente sem cheiro\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Leve a moderada\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Menopausa ou amamentação; ressecamento e dor na relação\u003C\u002Ftd>\n\u003C\u002Ftr>\n\u003Ctr>\n\u003Ctd>Irritativa\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Pouco ou nenhum\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Sem cheiro\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Variável, com ardência\u003C\u002Ftd>\n\u003Ctd>Produto novo, depilação ou higiene excessiva\u003C\u002Ftd>\n\u003C\u002Ftr>\n\u003C\u002Ftbody>\u003C\u002Ftable>\n\u003Cp>Essa tabela ajuda a entender as diferenças, mas \u003Cstrong>não substitui a consulta\u003C\u002Fstrong>: os sintomas se sobrepõem, e é comum haver mais de uma causa ao mesmo tempo. Para as cores de corrimento, veja também \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fcorrimento-branco-o-que-pode-ser\">corrimento branco\u003C\u002Fa> e \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fcorrimento-amarelo-o-que-pode-ser\">corrimento amarelo\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como é feito o diagnóstico\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O diagnóstico é feito em consulta, com:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Conversa\u003C\u002Fstrong> sobre os sintomas, hábitos, produtos usados, vida sexual e uso de medicamentos\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Exame ginecológico\u003C\u002Fstrong>, avaliando a vulva, a vagina e o colo do útero\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Medida do pH vaginal\u003C\u002Fstrong>, que ajuda a diferenciar as causas\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Análise da secreção\u003C\u002Fstrong> ao microscópio e, quando necessário, culturas ou testes para ISTs\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Quando a coceira vem sem corrimento e com alterações na pele, a médica também investiga doenças de pele da vulva. Veja mais em \u003Ca href=\"\u002Fblog\u002Fcoceira-vaginal-causas\">coceira vaginal: causas e quando procurar a ginecologista\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>O tratamento depende da causa:\u003C\u002Fp>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Candidíase\u003C\u002Fstrong>: antifúngicos em creme vaginal ou por via oral\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Vaginose bacteriana\u003C\u002Fstrong>: antibióticos por via oral ou vaginal\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Tricomoníase\u003C\u002Fstrong>: antibiótico para a paciente \u003Cstrong>e para a parceria\u003C\u002Fstrong>, com abstinência sexual até o fim do tratamento\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Atrófica\u003C\u002Fstrong>: hidratantes vaginais, lubrificantes e, quando indicado, estrogênio vaginal em baixa dose\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Irritativa\u003C\u002Fstrong>: suspensão do produto causador, cuidados com a pele e, às vezes, pomadas para aliviar a inflamação\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Cp>Por isso a \u003Cstrong>automedicação\u003C\u002Fstrong> é tão arriscada: tratar fungo quando o problema é bactéria (ou alergia) não resolve, mascara os sintomas e atrasa o diagnóstico certo.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Quando a parceria precisa de tratamento\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Tricomoníase\u003C\u002Fstrong> e outras ISTs: \u003Cstrong>sim\u003C\u002Fstrong>, sempre\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Candidíase\u003C\u002Fstrong> e \u003Cstrong>vaginose bacteriana\u003C\u002Fstrong>: em geral, \u003Cstrong>não\u003C\u002Fstrong> é necessário tratar a parceria de rotina; a conduta pode mudar em situações específicas avaliadas pela médica\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Vulvovaginite de repetição\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Episódios frequentes merecem uma investigação mais cuidadosa. Algumas causas de repetição são diagnósticos incompletos, uso repetido de antibióticos, diabetes, hábitos de higiene que irritam a região e alterações hormonais. Em casos de candidíase ou vaginose recorrente, existem esquemas de tratamento prolongado e de prevenção, definidos em consulta.\u003C\u002Fp>\n\u003Ch2>Como prevenir\u003C\u002Fh2>\n\u003Cul>\n\u003Cli>Lavar apenas a \u003Cstrong>parte externa\u003C\u002Fstrong> da região, com água ou sabonete suave\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>\u003Cstrong>Evitar duchas vaginais\u003C\u002Fstrong> e produtos perfumados\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Usar \u003Cstrong>calcinhas de algodão\u003C\u002Fstrong> e trocar roupas de banho ou de treino úmidas\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Usar \u003Cstrong>preservativo\u003C\u002Fstrong> nas relações\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Manter o \u003Cstrong>diabetes controlado\u003C\u002Fstrong>, quando houver\u003C\u002Fli>\n\u003Cli>Não usar antibióticos sem indicação médica\u003C\u002Fli>\n\u003C\u002Ful>\n\u003Ch2>Quando procurar a ginecologista\u003C\u002Fh2>\n\u003Cp>Procure avaliação se os sintomas não melhorarem em poucos dias, se o corrimento tiver cheiro forte ou cor amarelada ou esverdeada, se houver feridas, dor pélvica, febre ou sangramento, se você estiver grávida ou se os episódios se repetirem.\u003C\u002Fp>\n\u003Cp>A vulvovaginite é comum, tem tratamento e não é motivo de vergonha. Com uma avaliação cuidadosa, é possível identificar a causa certa e tratar de forma eficaz — e, quando necessário, construir um plano para evitar que o problema volte.\u003C\u002Fp>\n\u003Cblockquote>\n\u003Cp>Precisa de avaliação? Conheça a especialidade de \u003Ca href=\"\u002Fspecialties\u002Fginecologia\">Ginecologia na Femi Saúde\u003C\u002Fa> ou \u003Ca href=\"https:\u002F\u002Fwa.me\u002F5541991590603?text=Ol%C3%A1!%20Vim%20pelo%20blog%20da%20Femi%20Sa%C3%BAde%20e%20gostaria%20de%20agendar%20uma%20consulta.\">agende sua consulta pelo WhatsApp\u003C\u002Fa>.\u003C\u002Fp>\n\u003C\u002Fblockquote>\n",{"slug":12,"name":11,"prefix":23,"title":24,"credentials":25,"image":28,"thumbnail":29,"description":30},"Dra.","Ginecologista e Mastologista",[26,27],"CRM-PR 29.243","RQE 18.893","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fvanessa-amoroso.jpg","\u002Fimages\u002Fdoctors\u002Fthumbnails\u002Fvanessa-amoroso-400x400.jpg","A Dra. Vanessa Amoroso é ginecologista e mastologista e Diretora Médica da Clínica Femi Saúde. Sua abordagem é completa e acolhedora: acompanha a saúde da mulher com consultas de rotina, exames preventivos e aconselhamento sobre métodos anticoncepcionais, como DIU e implantes.\n\nÉ especialista em estética íntima e ginecologia regenerativa, que utiliza tecnologias modernas para restaurar e revitalizar a saúde vaginal. Realiza tratamentos com laser e radiofrequência e cirurgias íntimas que devolvem conforto e autoestima, e trata a incontinência urinária de forma eficaz e minimamente invasiva.\n\nNa ginecologia endócrina, oferece suporte para questões hormonais, como menopausa e síndrome ovariana metabólica poliendócrina (SOMP), e acompanha questões de sexualidade, ajudando a melhorar a qualidade de vida em todas as fases.\n\nNa mastologia, dedica-se à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento de condições como nódulos, cistos e dores mamárias, incluindo cirurgias de reconstrução mamária — sempre com o objetivo de devolver às pacientes não apenas a saúde, mas também a confiança e o bem-estar.",[32,44,59,71],{"slug":33,"title":34,"description":35,"date":36,"image":37,"imageAlt":38,"category":10,"author":11,"authorSlug":12,"tags":39,"readTime":18,"path":43},"coceira-vaginal-causas","Coceira vaginal: causas e quando procurar a ginecologista","Coceira na vagina pode ser candidíase, alergia, líquen escleroso e outras causas. 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Melissa Amoroso","dra-melissa-amoroso",[54,55,56],"dor no pé da barriga","dor pélvica","cólica fora do período menstrual",5,"\u002Fblog\u002Fdor-no-pe-da-barriga-em-mulheres",{"slug":60,"title":61,"description":62,"date":63,"image":64,"imageAlt":65,"category":10,"author":51,"authorSlug":52,"tags":66,"readTime":57,"path":70},"endometriose-profunda-o-que-e-e-tratamento","Endometriose profunda: o que é, sintomas e como é tratada","Entenda o que é endometriose profunda, quais sintomas causa, como é diagnosticada e quando a cirurgia é indicada. 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