Constipação Intestinal
Intestino preso com abordagem completa
O que é
A constipação intestinal é a dificuldade persistente para evacuar: fezes endurecidas, esforço, sensação de evacuação incompleta ou menos de três evacuações por semana. É muito mais frequente em mulheres e tem relação com dieta pobre em fibras, pouca água, sedentarismo, alterações hormonais, gestação, medicamentos e, em muitos casos, com uma disfunção do assoalho pélvico que impede o relaxamento adequado na hora de evacuar. Além do desconforto, a constipação favorece hemorroidas e fissuras. Na Femi Saúde, a equipe de coloproctologia investiga o tipo de constipação, afasta sinais de alerta e monta um plano que combina orientação alimentar, hábitos evacuatórios, medicamentos quando necessários e fisioterapia pélvica, em integração com a nutrição e a ginecologia.
Sintomas mais comuns
- Menos de três evacuações por semana
- Fezes duras, ressecadas ou em bolinhas
- Esforço excessivo para evacuar
- Sensação de evacuação incompleta
- Estufamento e dor abdominal
- Necessidade de manobras para evacuar
Causas e fatores de risco
- Dieta pobre em fibras e pouca água
- Sedentarismo e rotina irregular
- Disfunção do assoalho pélvico
- Alterações hormonais, gestação e menopausa
- Medicamentos como ferro, opioides e antidepressivos
- Hipotireoidismo e outras doenças
Como é feito o diagnóstico
A coloproctologista avalia a história detalhada dos hábitos intestinais, alimentação, medicamentos e sintomas associados, e realiza o exame físico com toque retal, que já sugere se há dificuldade de relaxamento do assoalho pélvico. Sinais de alerta, como sangramento, perda de peso, anemia, início recente após os 45 anos ou histórico familiar de câncer colorretal, levam à colonoscopia. Em casos persistentes, exames como manometria anorretal, teste de expulsão do balão ou defecografia diferenciam a constipação de trânsito lento da evacuação obstruída.
Como tratamos na Femi Saúde
O tratamento começa com ajustes: aumento gradual de fibras, hidratação adequada, atividade física, horário regular para evacuar e postura correta no vaso, com apoio para os pés. Quando isso não basta, laxantes formadores de bolo, osmóticos ou, em casos selecionados, medicamentos específicos são indicados de forma orientada. Se a avaliação mostrar disfunção do assoalho pélvico, a fisioterapia com biofeedback é o tratamento mais eficaz. Ao longo do processo, a equipe de coloproctologia da Femi Saúde acompanha a resposta, trata hemorroidas e fissuras associadas e trabalha em conjunto com nutrição e fisioterapia pélvica.
Quando procurar a ginecologista
Procure a coloproctologista se a constipação durar mais de algumas semanas apesar das mudanças na alimentação, se depender de laxantes para evacuar, se sentir que precisa de manobras para esvaziar o intestino ou se houver dor ao evacuar. Sangramento, perda de peso, anemia, mudança recente do hábito intestinal após os 45 anos ou histórico familiar de câncer de intestino exigem avaliação sem demora.
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