Tratamento clínico individualizado

Cólica Menstrual (Dismenorreia)

Quando a cólica atrapalha a rotina

Consulta
Acompanhamento periódico

O que é

A dismenorreia é a cólica menstrual — dor na parte baixa da barriga, que pode irradiar para as costas e as coxas e vir acompanhada de náusea, diarreia, dor de cabeça e mal-estar. Uma cólica leve é comum, mas a dor que obriga a faltar ao trabalho ou à escola, que não melhora com analgésicos comuns ou que piora ao longo dos anos não deve ser considerada normal. A dismenorreia primária está ligada à produção de prostaglandinas pelo útero e costuma começar na adolescência; a secundária é causada por doenças como endometriose, adenomiose, miomas e infecções, e tende a aparecer mais tarde. A consulta investiga as características da dor, com exame ginecológico e ultrassonografia quando necessária. O tratamento pode incluir anti-inflamatórios usados de forma correta, métodos hormonais que reduzem o fluxo e a dor, calor local, atividade física e o tratamento da causa, quando identificada.

Sintomas mais comuns

  • Dor em cólica na parte baixa da barriga durante a menstruação
  • Dor que irradia para a região lombar e as coxas
  • Náusea, vômito ou diarreia nos primeiros dias do fluxo
  • Dor de cabeça e mal-estar geral
  • Dor que começa um ou dois dias antes da menstruação
  • Necessidade de faltar ao trabalho ou à escola por causa da dor

Causas e fatores de risco

  • Produção aumentada de prostaglandinas pelo útero (dismenorreia primária)
  • Endometriose e adenomiose
  • Miomas uterinos e pólipos
  • Doença inflamatória pélvica e infecções
  • Uso de DIU de cobre
  • Histórico familiar de cólicas intensas e primeira menstruação precoce

Como é feito o diagnóstico

Na consulta, a ginecologista pergunta quando a cólica começou, em que momento do ciclo aparece, quanto dura, para onde irradia e o que já foi usado para aliviá-la. Também investiga sintomas associados, como dor na relação sexual, alterações intestinais ou urinárias no período menstrual e dificuldade para engravidar. O exame ginecológico e a ultrassonografia transvaginal ajudam a identificar causas como endometriose, adenomiose e miomas. Em casos selecionados, a ressonância magnética ou a videolaparoscopia complementam a investigação.

Como tratamos na Femi Saúde

O primeiro passo costuma ser o uso orientado de anti-inflamatórios, iniciados antes ou logo no começo da dor, junto com calor local, atividade física regular e ajustes de hábitos. Quando a cólica persiste, a equipe de ginecologia da Femi Saúde pode indicar métodos hormonais que reduzem o fluxo e a dor, como anticoncepcionais hormonais, progestagênios ou o DIU hormonal. A fisioterapia pélvica pode ajudar no relaxamento da musculatura e no controle da dor. Se a investigação identifica uma causa específica, como endometriose ou miomas, o tratamento é dirigido a ela, incluindo videolaparoscopia ou histeroscopia quando indicadas. O plano é individualizado e ajustado ao longo do acompanhamento.

Quando procurar a ginecologista

Agende uma consulta se a cólica obriga a faltar ao trabalho ou à escola, não melhora com analgésicos comuns, piora a cada ano, começou depois dos 25 anos ou vem acompanhada de dor na relação sexual, sangramento intenso ou febre. Dor fora do período menstrual também merece avaliação da ginecologista.

O que oferecemos

1
Investigação de endometriose e outras causas
2
Anti-inflamatórios e analgésicos usados de forma orientada
3
Métodos hormonais para reduzir a dor e o fluxo
4
Orientações de hábitos que ajudam no controle
5
Tratamento da causa, quando identificada

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